azul

azul

Um dos meus pormenores preferidos em muitas drogarias antigas são as coisas penduradas. Na loja azul em que entrei hoje o contraste entre o tecto azul e os regadores e baldes de plástico às cores deixou-me boquiaberta.

Aos poucos vou reunindo as coisas de que preciso e as que se cruzam no meu caminho e vêm mesmo a calhar, como uma antiga dobadoura que encontrei hoje. Ainda estou à procura (preciso de uma mesa ou de um armário pequeno, queria um daqueles bancos compridos de sentar em frente à lareira, uma dúzia de cadeiras e quanto mais gavetões conseguir encontrar, melhor). Qualquer sugestão de sítio onde espreitar (feira de velharias, armazém nos arredores ou loja da vizinha que vai fechar) é muito bem vinda.

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#2

seco molhado

Fiz ontem mais uma sacola com hexágonos, para a A. levar para a escola em vez da mochila. E ainda não me fartei. Alguém perguntou se os papeis ficam ou não no trabalho acabado: não ficam, vão-se tirando à medida que se aplicam os hexágonos. Mas se se estiver a tentar acompanhar alguém nos trabalhos de casa ao mesmo tempo é possível que fiquem mesmo e que seja preciso desfazer um bom bocado para corrigir a distracção. Read more →

exd09

amoplay

palácio braamcamp

Só ontem comecei a percorrer as exposições da Experimenta Design deste ano. Estreei-me no CCB e hoje foi dia de ir ao Palácio Braamcamp, que é aqui mesmo ao lado e para onde eu me mudaria já amanhã se pudesse. O arranjinho com a Coca-Cola, que deu para o torto por vários lados (veja-se aqui e aqui), desmotivou-me um bocado, tal como a presença exagerada disfarçada de exposição por parte do patrocinador IKEA. Fui para ver os projectos dos Pedrita (Amoplay e LH2O) e o dos designforfuture, que conheci através de um dos meus novos blogs preferidos: Craftism. Encantei-me com os pisos de mosaico hidráulico, cada um mais lindo que o outro, e também gostei da recepção, construída a partir de móveis antigos. Se não tivesse mais que fazer, passaria boa parte dos próximos dias na esplanada, a gozar o sossego e a vista. Read more →

malha de malha

en récup

Dos babetes sobraram pedaços de t-shirt que resolvi tricotar para fazer uma pega ou um esfregão. Fui experimentando várias maneiras de cortar a malha e a poucas carreiras do fim cheguei à conclusão que o ideal é fazê-lo em espiral, como quem descasca uma batata. Fica menos regular que usando o trapilho industrial, mas é mais divertido aproveitar os restos caseiros em vez de os deitar ao lixo. Agora tenho de melhorar o meu crochet para fazer uns tawashi. Read more →

russian textiles

russian textiles

russian textiles

russian textiles

Comprei o livro Russian Textiles: Printed Cloth for the Bazaars of Central Asia este Verão, depois de o namorar nos inúmeros blogs em que tem sido citado (mais imagens). Como muitas outras pessoas não resisti às imagens dos magníficos tecidos mas as minhas expectativas foram largamente superadas pelo resto do conteúdo. O livro é essencialmente um mostruário de extraordinários tecidos estampados produzidos na Rússia entre os meados do século XIX e os meados do século XX, com destino (segundo os autores) aos mercados da Ásia Central (Cazaquistão, Uzbequistão, Tajikistão, etc.), onde eram usados no vestuário tanto feminino como masculino. Ao folheá-lo, a primeira coisa que me surpreendeu foram as fotografias a cores, que parecem retiradas de uma revista de viagens ou produção de moda actual e são afinal do início do século passado. O seu autor, um dos pioneiros da cromatografia, foi Sergei Mikhailovich Prokudin-Gorskii e pertencem actualmente à colecção da Library of Congress (vale a pena explorar o site e vê-las uma a uma). Read more →

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