Monthly Archives: October 2009

singer 720

my new old sewing machine

singer 720

A minha nova máquina velha era para ter sido esta mas acabou por não ser. Falta-lhe uma peça que não sei quando ou se vou conseguir encontrar e a verdade é que comprar uma máquina de costura antiga não é para todos: a Singer portuguesa faliu e os técnicos (grande parte deles já velhinhos) têm cada vez mais dificuldade em encontrar peças e acessórios para os arranjos. Depois de algumas experiências, só voltaria a arriscar uma pechincha irrecusável ou uma máquina já revista por um técnico. Com a da fotografia parece que me saiu finalmente a sorte grande. É uma Singer 720, um modelo não muito conhecido por cá e que antecede a 760 da Rita que ela justamente tanto gaba (aqui há uma para quem lhe conseguir deitar a mão). Encontrá-la foi um golpe de sorte e só consegui que me chegasse às mãos graças à generosidade da Diane, que estava por perto e ma trouxe: Passados alguns dias em pesquisas, encontrei um site francês de venda entre particulares com milhares de machines à coudre. Não sei se por influência da célebre 100 Idées, abundam os modelos dos anos 70, justamente os que eu procurava. Estava anunciada como estando a funcionar, mas afinal tinha lá no seu âmago uma roda dentada partida que a impedia de coser. Valeram-me as mãos hábeis do Sr. Pinheiro que a puseram como nova.

via láctea

via láctea

via láctea

Um dos projectos associados a esta edição da Experimenta que ainda não tinha visto era este Via Láctea, uma colaboração entre Júlio Dolbeth, o designer francês Sam Baron e a Vista Alegre. A ilustração e a porcelana têm aparecido juntas noutros projectos semelhantes (♥ Studio Violet), mas as peças não deixam por isso de ser muito bonitas e bem conseguidas (mais imagens no site de Júlio Dolbeth). E por acaso estou quase a fazer anos… Continuar a ler…

entre o antes e o depois

lá

lá

Ontem à tarde entrou o meu novo armário velho.

compras

mosaicadeira

Ajudada pelas sugestões do outro dia, fui passear com a Andreia a pretexto de ver velharias. À da fotografia, por dois euros, podia-lhe lá eu resistir.

✽ ᴥ ✽

#912

Uns dias depois do previsto, estão eles.

aparências

gangsta

saco ou taleigo

Ainda de sábado: O fundo do Beco dos Lóios, estreito e escuro como convém a quem anda por aí a roubar azulejos. Só não são levados os que estão pintados por cima (a lembrar as focas pintadas pela Greenpeace). Não creio que o gangsta seja um activista pela preservação das nossas fachadas, mas fez mais por esta que o SOS Azulejo.

Um saco ou taleigo da Feira da Ladra. Pouco agradável ao toque, que a fotografia não transmite, por muitos dos tecidos serem sintéticos. Mas irresistível pelos padrões e pela inspiradora combinação de cores. Continuar a ler…

feira da ladra

feira da ladra

at the flea market

Gostava de lá passar mais vezes e de voltar a conhecer-lhe bem os cantos, como quando a percorria todas as semanas. Mas mesmo assim vale a pena. Trouxe um lençol de linho, um saco do pão feito de vestidos que depois mostro, duas chávenas, um livro e ainda mais dois saquinhos de pano, um dos quais dei depois à querida Diane, com quem tivemos ontem o prazer de passar a melhor parte do dia. Ainda na feira, cruzei-me com dois quilts portugueses que só não me tentaram mais por serem feitos com tecidos sintéticos. Continuar a ler…

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luxo

luxo

O meu quilt começado em Abril ficou pronto ontem à noite. Provavelmente o meu ritmo nunca será muito diferente deste: meses a coleccionar tecidos, meses a juntá-los e muitos meses a acolchoar à mão. As fotografias foram tiradas logo de manhã (que luxo ter tantas paredes novas!) por isso a luz não é a melhor, mas faço outras em breve. Treze dos dezanove tecidos que usei são da Retrosaria e alguns ainda não esgotaram. Na composição, que é muito simples, limitei-me a alternar vermelho e castanho escuro/preto, espalhando entre eles os tecidos de tons mais claros. Continuar a ler…