Monthly Archives: February 2010

mini férias

Lopo Xavier

Vamos sair de Lisboa uns dias. A loja fica aberta online e a funcionar como normalmente mas fechada no Loreto até quinta-feira.

de ir ao pão

dona a.

dona a.

Quando comecei a ir sozinha ao pão (deve ter sido há um quarto de século, mais ou menos), toda a gente levava o seu próprio saco de pano. Quem não levasse pagava dois ou três escudos (que devia ser quase o preço de um papo-seco) por um de plástico. Hoje em dia vêem-se muito poucos sacos de pano na padaria e consta (disse-me uma padeira) que até há uma norma que impede quem vende pão de sequer aceitar pô-lo nos ditos por razões de higiene (que paranóia, sinceramente). Eu e a Dona A. somos duas das resistentes aqui da rua. Ontem armei-me em alfaiate lisboeta dos taleigos e não resisti a pedir-lhe uma fotografia.

A propósito do que e do como comemos, veja-se, reveja-se e recomende-se nas escolas dos nossos filhos: Continuar a ler…

afro

produção para a revista afro

produção para a revista afro

Na quarta-feira o fim da tarde na loja foi diferente: a sala do fundo foi palco de uma produção fotográfica para o próximo número da revista Afro, a propósito dos meus baby slings. Estou muito curiosa para ver o resultado, daqui a algumas semanas.

e

receita da tia

mascarada

Dois anos depois, a E. fez as pazes com o Carnaval. O mérito é da tia, que passou a noite a inventar-lhe o fato de espírito da floresta. Continuar a ler…

pão nosso

pão nosso

saco do pão

Uma das muitas coisas boas de Lisboa é o pão. Aqui no Bairro Alto pode-se comer bom pão e diferente todos os dias. Não estou a falar de pão caseiro, biológico nem gourmet, e muito menos do enganador pão quente, mas sim do bom pão da padaria, feito atrás da loja durante a madrugada, e dos que várias mercearias recebem diariamente, de trigo, milho ou centeio, vindos de outros pontos do país e feitos só de farinha, fermento, água e sal. O da fotografia foi o nosso pão de segunda-feira:

Pão do coração da Panificação das Mercês
Pronto mais ou menos a partir das 10h, de segunda a sábado, e geralmente disponível nas versões mal cozido (na foto) e bem cozido (dependendo da disposição das padeiras).
No dia seguinte, quando sobra, dá umas magníficas torradas.

O saco (ou bolsa ou taleigo) fi-lo há já umas semanas. Escolhi só tecidos que, pelos padrões e cores, pudessem ter pelo menos a minha idade e acho que ficou com um simpático ar alentejano (os tecidos são: 1, 2, 3, 4, 5). Continuar a ler…

extra

cathedral

Dou por mim a pensar no que são e no que queremos das actividades extra-escolares (não se lhes pode chamar alguma coisa que soe menos burocrático?). A minha opinião de mãe sobre a frequência e intensidade das mesmas é a de que deve ser só uma, praticada perto de casa ou da escola, só aos dias de semana (e não mais de duas vezes por semana) e acabar cedo. De resto, as tardes são para descansar, brincar (e fazer os trabalhos de casa a tempo e horas). Compatibilizar estes princípios com a realidade é que não é fácil. E que actividades querem os nossos filhos praticar ou lhes damos a escolher? Quais são as alternativas ao ballet/música/natação do costume? Quanto mais penso no assunto mais me espanta o contraste entre aquilo que se faz às crianças nos conservatórios de música e dança ou nas escolas de desporto (treiná-las desde muito cedo e de forma bastante rígida para serem potencialmente profissionais nessas áreas) e o inconcebível que seria para a maioria das pessoas entregar miúdos de sete ou oito anos a uma formação igualmente intensa em culinária, cestaria, agricultura biológica, pintura ou relações internacionais. É disparatado comparar? Acho que não. Oferta de qualidade nestas ou noutras áreas alternativas à norma, tirando os cursos de férias e de fim-de-semana que se estão a tornar numa indústria perigosa (que fácil que é comprar algumas horas de sossego com estes pretextos didáctico-culturais), para crianças, não sei se há. E que sonhos e frustrações guiam os pais quando escolhem as actividades para (e pelos) filhos? O tema dá pano para mangas.

Nas imagens, um óptimo jogo dos anos 70 chamado Cathedral. Desconfio que a E. trocaria sem pestanejar o piano por uma tarde semanal de jogos de estratégia. Continuar a ler…

ensinar

workshop

workshop

Manhã de sol e um grupo descontraído e simpático. Partimos mesmo do zero e chegámos a bom porto. Há anos que não fazia de professora. Gostei muito.

Os próximos workhops já estão lotados, mas haverá certamente mais. Continuar a ler…

dar receber

linha de alinhavar

Amanhã, de surpresa porque era para ser a Margarida, vou ser eu a conduzir o workshop. E hoje fui eu a aprender com uma visitante uma maneira que não conhecia de montar as malhas do tricot: Continuar a ler…

fios

elis

Elis, com aquela que é de certeza a mais bonita das etiquetas de lã em circulação, Trianon a delicada (com nome e desenho a fazer pensar em confeitarias do Porto) e Phoebus. Juntas e ao vivo (com muitas outras novidades) na Retrosaria. Continuar a ler…

para o pão

raposinha

raposinha

Um cestinho de pano para a E. levar para a escola o pão do meio da manhã. Com uma destas raposas, um retalho de ganga, forro aos quadradinhos e um fecho fácil de abrir. Continuar a ler…