Monthly Archives: January 2011

ケーブルの指なし手袋

ケーブルの指なし手袋

Mais tricot simples em japonês (Ravelry), de um livro que estará em breve na Retrosaria, com a minha querida lã Beiroa. Gostei do pormenor de o feitio na base da mão ser conseguido através de dois torcidos pequeninos mas que fazem toda a diferença.

A Beiroa começa a andar por aí: . No Ravelry, está aqui e vou ficar à espera de ver aparecer novos projectos. Continuar a ler…

museu geológico

museu geológico

museu geológico

Engana-se redondamente quem acha que um museu para ser cativante precisa de écrans tácteis e experiências multimédia. Temos o Museu Geológico para o provar. Continuar a ler…

map

MAP

MAP

De regresso ao MAP, pensar por um momento apenas nos aspectos positivos e saber que um museu aberto é um futuro de possibilidades. Continuar a ler…

毛糸の小ものカタログ

carapuço

carapuço

Um carapuço (ravelry) feito em três ou quatro serões, a partir de um dos livros japoneses deste Inverno. Seguir instruções de tricot em japonês é como um jogo. Na maioria dos casos há um esquema aos quadradinhos, em que cada um corresponde a uma malha, e em que aos diferentes pontos correspondem símbolos sempre ilustrados no final dos livros. Ajuda se se souber por exemplo que 目 é malha e que 号針 quer dizer agulha número e vale a pena imprimir para ter à mão a secção All About Japanese Knitting Patterns deste site, que tem tabelas de equivalências e óptimas explicações. A mais interessante que encontrei recentemente, neste blog, diz que o nome japonês para o ponto de meia – メリヤス編み (meriyasu ami) – deriva do Português e, digo eu, provavelmente da palavra meia. Como terá a malha chegado ao Japão?

PS: a lã é a Beiroa. Continuar a ler…

re-made in portugal 2010

re-made in portugal 2010

re-made in portugal 2010

A Re-made in Portugal parece cada vez mais desviada do propósito original e menos interessante. Mais arte do que design, tal como no ano passado, mas agora muito mais modesta e ainda mais fechada. As peças que me apeteceu fotografar são da mesma autora que destaquei em 2007, Alda Tomás. No fim do percurso, um lúgubre lounge/loja em um balde recolhe pingas da água da chuva e a mais vistosa das peças à venda é uma mesa em aglomerado de madeira de João Mendes Ribeiro que apesar de nova (e cara) está rachada. Talvez abrir a participação (neste momento restrita a licenciados em design, empresas e convidados da organização) a outro tipo de concorrentes e divulgar o concurso trouxesse alguma vitalidade e variedade à iniciativa? No ano em que as paletes de madeira usada foram estantes nas montras da H&M e area (para citar só duas), em que a reutilização de materiais já mais do que atingiu o mainstream do design, esperava uma edição mais viva e com espírito prático da Re-made, mas pode ser que seja para a próxima…

Peças de Alda Tomás nas imagens: Jarras decorativas (70% porcelana de refugo moída, 29% resina epoxy, 1% corante) e linha de objetos de cerâmica (50% lamas de ETAR, 30% água, 10% vidrado, 10% pasta de porcelana).

bom ano

Uma brincadeira da E. de anteontem. Eu só fotografei.