Monthly Archives: May 2011

sinfonia imaterial

sinfonia imaterial

É o novo filme de Tiago Pereira. Estreou na quinta-feira e está até hoje no cinema City Alvalade. Os jornais têm dado o merecido destaque, mas não basta ouvir falar, é preciso ir ver. Continuar a ler…

chinelos

beiroa ♥

beiroa ♥

Umas pantufas ou chinelos em crochet, irmãos dos escarpines espanhóis e parentes dos çetik da Turquia ou destes outros, Albaneses, entre muitos possíveis cujas imagens apetece ver lado a lado. Os da A, que que ela quis estrear imediatamente apesar de ainda estarem granes, foram feitos pela minha amiga Maria Adelaide na lã Beiroa, e o modelo foi aprendido a uma senhora de idade há já trinta anos. Agora falta-me aprender a fazê-los. Continuar a ler…

下田直子のかんたんニット

下田直子のかんたんニット

下田直子のかんたんニット

O casaco da A ficou pronto anteontem (Ravelry). Assenta-lhe que nem uma luva e é óptimo para usar antes e depois do Inverno, por o fio (Butterfly da Rosários 4) ser muito macio e não demasiado quente. O modelo é do livro Standard Knit. A seguir vou fazer um para mim com esta lã. Continuar a ler…

☐ ♥

processo

processo

O início de mais uma leva de mantas, no workshop que começou esta manhã.

Inspiração. Continuar a ler…

malhas

quase

the wool book

O casaco da A quase pronto e um excelente livro dos finais dos anos 70 sobre lãs (Margaret Dixon, The Wool Book) que li hoje na biblioteca do MNE.

coleccionar em portugal

museu nacional de arte antiga

museu nacional de arte antiga

Fomos ver a nova exposição do MNAA, Coleccionar em Portugal. Doação Castro Pina. A meio do percurso, uma impressionante montagem de retalhos de tecidos dos séculos XVII a XIX. Fica-se sem perceber se é uma peça actual feita para a exposição ou se já existe assim como (lindíssimo) quadro há muito tempo. Continuar a ler…

rosários 4

fiação

fiação

Gosto do sector secundário. Ontem fiquei a conhecer o Sr. Delfim Rosário, fundador da Rosários 4, com quem aprendi mais sobre fios, carneiros e cores e que me chamou ave rara (um elogio, claro) por causa da minha ideia de criar fios de lã só portuguesa. Deste encontro hão-de nascer bons projectos. Continuar a ler…

renda do pêlo de cabra

xaile

A seguir às viagens e às segundas-feiras de biblioteca, é na Retrosaria que aprendo mais sobre malhas. Volta e meia, no meio de uma conversa, alguém tira da mala uma coisa para mim totalmente nova. Foi o que aconteceu há dias, quando a D. Abília Ferreira (aluna da Rita Correia) me surpreendeu com este xaile do pêlo da cabra australiana que aprendera a fazer trinta anos antes a uma senhora de Santarém. É uma técnica de crochet em que se usa uma agulha de barbela e uma régua e que, segundo a D. Abília, só se consegue fazer com pêlo de cabra, porque com qualquer outro fio o cordão não forma os mesmos caracóis perfeitos e o ponto não fica com a mesma definição. O pormenor da cabra australiana intrigou-me: vim depois a descobrir que afinal o fio era 100% mohair e que vinha de um stock secreto da marca francesa extinta Georges Picaud. O ponto, de acordo com a minha especialista em crochet preferida, é uma variante mais bonita da chamada broomstick lace (), e teremos de aprender a fazê-lo numa próxima visita da D. Abília. Quanto ao uso do pêlo de cabra, já me tinha questionado a propósito dos xailes que vi há dois anos em Nisa se alguma das raças que por cá viveram teria um pêlo apropriado. Até porque entretanto também encontrei uma referência enigmática a camisolas serranas de pêlo de cabra (quaisquer achegas serão bem-vindas)… Continuar a ler…

dar cor

dyeing

dyeing

Por causa das novas lãs para meias que chegaram à Retrosaria, apeteceu-me fazer mais algumas experiências de tinturaria. Usei um processo diferente desta vez, que aqui deixo em formato de receita:

Ingredientes:

Uma meada de Beiroa branca novelada
Tintas próprias para tingir lã (eu uso da Jacquard mas também se pode experimentar com tinta Raposa)
Vinagre branco do mais barato
Seringas de plástico de 50ml
Luvas de látex e avental
Um recipiente que possa ir ao micro-ondas (eu uso um pyrex)
Forno micro-ondas

Execução: Continuar a ler…

fazer meias

meias

meias

Entre o Outono e a Primavera nunca param na gaveta, por andarem sempre a uso. Só na estação das sandálias é que as consigo ver todas juntas, de um ano para o outro com mais um ou dois pares (fora os que vários que fui fazendo para oferecer). Fiz as primeiras há três anos e desde então tenho sempre mais um par nas agulhas, porque como são um trabalho pequeno e portátil vão sempre comigo na mochila (aulas de piano da E, tardes no parque infantil e festas de anos de outros meninos são alturas óptimas para mais umas voltinhas). Quem também faz sabe do que falo. Continuar a ler…