Monthly Archives: September 2011

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workshop

Mais um grupo que se estreia a fazer mantas de retalhos na Retrosaria. Continuar a ler…

bn

do tempo dos mesteirais

De volta à BN para uma longa e proveitosa jornada de leitura. Quem diria que aqui mesmo na freguesia de Santa Catarina, no início do século XVIII, havia três mesteirais fazedores de meias? Continuar a ler…

joão mouro

joão mouro

joão mouro

Tinha reparado nas peças que expôs na FIA deste ano, mas foi há muito pouco tempo que conheci finalmente mais de perto o seu trabalho, meu vizinho aqui no bairro. João Mouro é artista plástico, de carreira e formação, mas as suas esculturas-móveis aliam à criação conceptual a dimensão táctil e técnica do trabalho de oficina. Os armários-moradia (não sei se lhes posso chamar casas de bonecas) entraram para a minha lista de compras de sonho.

João Mouro trabalha e expõe na Galeria 59 (Rua do Diário de Notícias, 59, em Lisboa), aberta ao público da parte da tarde.

Mais (e melhores) imagens aqui.

babywearing ♥

Collegiata di San Gimignano

Duas imagens separadas por quase setecentos anos: um pormenor dos frescos da Collegiata di San Gimignano, na Toscânia, que me foi dado a conhecer por duas leitoras do blog (Regina Peixeiro e Chiara Nocentini) e a Zélia com a sua Alice num dos meus slings, de visita à Retrosaria ontem de manhã. Continuar a ler…

devagar

hexágonos

hexágonos

Hexágonos que vou fazendo um a um, com os restos dos restos de tecidos, para construir um dia uma manta herdeira desta.

Na Retrosaria: rolinhos de retalhos. Continuar a ler…

the wool book

the wool book

the wool book

De um excelente livro que tinha lido há tempos e comprei entretanto: Margaret Dixon, The Wool Book, 1979. Continuar a ler…

chitas de alcobaça

chitas de alcobaça

chitas de alcobaça

Terminou no Domingo aquela que foi sem dúvida a mais importante exposição de têxteis em Portugal deste ano. Esteve só durante o Verão, na galeria de exposições temporárias do Mosteiro de Alcobaça. Não foi uma exposição com novidades a nível científico, nem ficaram mais explicados os contornos misteriosos destes tecidos tão amados do Portugal de oitocentos que não se sabe como nem porquê vieram depois a ser baptizados como sendo de Alcobaça. Mas foi uma imperdível ocasião de divulgação deste património industrial e gráfico e um absoluto deleite para os olhos. Vi a exposição no regresso das férias e depois novamente na privilegiada companhia da mulher que até hoje mais tempo dedicou ao estudo das chitas e da sua história, a D. Maria Augusta Trindade Ferreira, autora dos textos dos catálogos que acompanharam as principais exposições anteriores e também do livro De Gil Vicente às Colchas de Alcobaça (ed. Câmara Municipal de Alcobaça, 2004). Continuar a ler…

(i)material

alcochete
Janela decorada com cobertor e estandarte em forma de barrete para as Festas do Barrete Verde, Alcochete, Agosto de 2011.

Notas soltas à volta do mesmo tema:

O IMC acaba de lançar um Kit de Recolha do Património Imaterial, editado em papel mas disponível também em pdf para download gratuito. Foi concebido para ser usado por professores e alunos do 2º e 3º ciclos e parece muito bem estruturado e intencionado (O Kit foi concebido sobretudo para aplicação a nível local, promovendo a interação dos jovens com os elementos da comunidade (aldeia, freguesia, bairro, etc.), assim como o conhecimento aprofundado e a valorização do seu Património Imaterial.). Nos anos 70, mas num contexto político bem diferente, foi também graças a alunos e professores de muitas escolas que se fez uma das mais interessantes colecções de livros sobre produções artesanais portugueses (a colecção Artes e Tradições da editora Terra Livre). A acompanhar…

Arquivos digitais: a minha amiga Catarina Miranda tem vindo a dar a conhecer no seu blog uma série de arquivos fotográficos portugueses cujas colecções começam a estar acessíveis através da internet. Vai sendo mais fácil conhecermo-nos.

Saber e contar: é muitas vezes nos blogs mais discretos, feitos apenas com o intuito de partilhar, que se encontra informação mais interessante sobre tradições locais. É o caso, entre tantos outros, da secção de etnografia do blog Alcoutim Livre (obrigada António pelo link).

todos

todos

todos

Dez anos depois do dia em que o mundo mudou, celebrar a diferença, juntos.

tricotar a cores

a cores

mé-mé

Transmitir, partilhar, ensinar. Ao vivo e a cores. Continuar a ler…