traje

peixeira

peixe

Já não é o das varinas do Benoliel, mas deve ser um dos poucos trajes que sobrevivem na cidade. O avental é a peça chave, quase sempre rodeado de rendinhas e às vezes em cetim preto a parecer uma lingerie de usar por fora. Nas costas, um casaco de malha faz as vezes do xaile. Uma peixeira contente junto à Rotunda da Boavista, ontem de manhã.

agulha

agulha

Enquanto eu e a Daniela víamos o Sr. Manuel Chaves a fazer agulhas, o F. deitou discretamente mãos à obra e fez uma também, de um pauzinho que achou no chão. Ontem, ao ver este link partilhado pela Rita, lembrei-me de a estrear finalmente. As agulhas de madeira (normalmente todas descascadas e branquinhas) são muito mais frequentes nas nossas aldeias do que se possa pensar – em pelo menos três, de norte a sul, ouvi mulheres contar que em meninas aprenderam a fazer meia nas agulhas que elas próprias talharam. Fazer é poder! Read more →

rua

O irresistível fascínio das casas velhas

Em plena Rua das Amoreiras, a demolição de uma casa vazia deixa ver outra casa vazia atrás dela, numa das muitas traseiras misteriosas de Lisboa. Vive-se nesta cidade por amor, com todo o desvario que o amor implica. É difícil encontrar outras razões. Read more →

utilité

utilité

utilité

Alguém disse ao meu pai que me disse a mim que eu ia gostar deste livro. É o catálogo da exposição homónima da fotógrafa Ellen Korth. Cada conjunto de páginas mostra o interior de uma casa ou atelier, alguém a trabalhar com fios e um grande plano ou pormenor de uma peça. Uns fazem malha, outros cardam, outros tecem, uns parecem solitários, outros profissionais, mas em todos é captado aquele momento em que somos só nós e o fio, como num mantra. Acho que ainda há exemplares à venda neste site, e aqui pode ver-se melhor o livro por dentro. Read more →

the campaign for wool

campaign for wool

A Retrosaria associou-se à The Campaign for Wool, uma campanha internacional de divulgação e valorização da lã que em Inglaterra e vários outros países está este ano a ter um magnífico programa de exposições e outros eventos. Em Portugal aparentemente não há mais nenhuma entidade a dar pela iniciativa (nem o Museu dos Lanifícios, nem a ANIL, nem as associações de criadores de ovinos parecem ter-se interessado). No próximo ano espero conseguir aumentar a presença institucional da campanha por cá, a par de outros projectos lanígeros que tenho em curso, mas para já há um concurso a decorrer. Para participar basta fazer compras na Retrosaria (de produtos com mais de 50% de lã na composição), ler as regras aqui e submeter os dados na ficha (escolhendo Rosa Pomar no nome da tienda). Viva a lã!

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