raglanify

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Depois da camisola da E., uma camisola para a A. (Ravelry). Em comum têm o facto de serem feitas em malha circular, sem costuras. Mas se a da E. foi construída de baixo para cima esta foi uma estreia no método inverso, começado pela gola. A receita que usei foi gerada na aplicação Raglanify a partir das medidas da amostra e do corpo. Segui-a na parte inicial, que vai da gola à parte em que se separam as malhas das mangas das do corpo. Depois avancei a direito, sem me lembrar de voltar a olhar para as notas, até estar satisfeita. As mangas ficaram curtas a pedido da A. Os fios são a Bucos mescla combinada nos canelados com a nova Noro Mossa.

vila verde de ficalho

hino da restauração

soleira

Com uma semana de atraso, porque entretanto já estivemos no Douro Litoral, algumas imagens das comemorações do 1º de Dezembro em Vila Verde de Ficalho. O dia começou cedo e gelado, com o pequeno almoço de fatias fritas na Sociedade Recreativa 1º de Dezembro, de onde os homens saem às 8 horas munidos de bandolins, banjos, violas, bombo e caixa para passarem toda a manhã a percorrer as ruas (todas as ruas) da vila ao som do hino da Restauração (composto em meados do século XIX). Ali está-se mesmo ao pé da fronteira, tão perto que muitos trabalham e casam do lado de lá, tão perto que, entre modas e cantigas, ao fim da manhã todos cantavam la virgen se esta peinando. Manhã fora anda-se e toca-se, primeiro para poucas caras ensonadas à janela, depois para cada vez mais pessoas. Pára-se para comer e beber, saúda-se em formatura o posto da guarda, a junta de freguesia, o centro de dia. No ano que vem o dia da Restauração não é feriado. Como será?