caneleiras com corantes

a
natal
for A

Desta meada nasceram umas perneiras para a A. A receita é simples e rápida:

(PS: os botins são uns Seville da Chester Boots, altamente recomendados).

Materiais:
1 meada de Beiroa branca
1 frasco de corante alimentar azul
1 frasco de corante alimentar vermelho
Vinagre branco do mais barato
Um recipiente próprio para micro-ondas

Tingir a meada de acordo com estas instruções.

Para umas perneiras de criança:

Um conjunto de agulhas de duas pontas 3.5mm (15 ou 20cm)
Um conjunto de agulhas de duas pontas 4mm (20cm)

Montar 60 malhas e distribuí-las pelas 4 agulhas de 3.5mm.
3 malhas de liga, 1 malha de meia durante 28 voltas.
Virar o trabalho* e trabalhar 30 voltas em liga nas agulhas de 4mm.
Virar o trabalho* e trabalhar 3 malhas de liga, 1 malha de meia durante 28 voltas nas agulhas de 3.5mm.
Rematar e repetir para o par.
Podem ser usadas do direito ou do avesso.
*Para não se notar o ponto em que o trabalho é virado, usar o método wrap and turn.

1 hank of Beiroa yarn dyed with food colouring
1 set of 3.5mm dpn
1 set of 4mm dpn

Cast on 60st on the 3.5mm needles.
P3 k1 28rows
Wrap and turn, purl 30 rows with the 4mm needles
Wrap and turn, p3 k1 28rows with the 3.5mm needles
Cast off.

amimono

malha

malha

Um colete com muitas cores e um desenho complexo, daqueles em que poucas voltas se fazem de seguida sem ser preciso andar meia para trás porque se trocou a cor de alguma malha pelo caminho. Faz parte do encanto e do desafio de construir uma peça assim. O modelo é de um dos livros de tricot japoneses recentes a que não resisiti (mais um da grande Mariko Mikuni) e as cores são minhas, daqui, decididas ao fim de uma longa amostra. No Ravelry.

meada corada

tingir

tingir

tingir

Há muito tempo que não brincava à tinturaria, apesar de ter descoberto recentemente duas plantas que crescem por perto que não perdem pela demora: uma é o ligustre (Ligustrum lucidum) do jardim dos meus pais e outra é a Phytolacca americana que espreita por detrás de um tapume vizinho. O que fiz desta vez foi muito mais simples do que as experiências com corantes naturais – tingi uma meada de lã com corante alimentar (daqueles que se usam em bolos e outras coisas de comer), vinagre, um tupperware e um micro-ondas (assim mas sem as seringas). As cores são tão luminosas e ficam tanto tempo entranhadas na pele (esqueci-me de usar luvas) que nunca ousaria usá-las em comida nenhuma. Aliás as letras pequeninas no rótulo dizem que o conteúdo pode causar efeitos negativos na actividade e atenção das crianças (!). Use at your own discretion.

sapatos de campino

mosaico hidráulico

mosaico hidráulico

Há muito tempo que os namorava e este ano encomendei finalmente uns sapatos de campino (ou de forcado, como também se chamam). Gostava de saber a história deste modelo com franjas e cordões amarelos. Faz pensar em sapatos de golfe antigos ou mesmo em moccassins. Este meu par foi feito à medida por um senhor de Almeirim que está sempre na FIA e na Ovibeja (a empresa chama-se Calçado Tradicional O Alazão). São os meus sapatos preferidos.

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