meada corada

tingir

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Há muito tempo que não brincava à tinturaria, apesar de ter descoberto recentemente duas plantas que crescem por perto que não perdem pela demora: uma é o ligustre (Ligustrum lucidum) do jardim dos meus pais e outra é a Phytolacca americana que espreita por detrás de um tapume vizinho. O que fiz desta vez foi muito mais simples do que as experiências com corantes naturais – tingi uma meada de lã com corante alimentar (daqueles que se usam em bolos e outras coisas de comer), vinagre, um tupperware e um micro-ondas (assim mas sem as seringas). As cores são tão luminosas e ficam tanto tempo entranhadas na pele (esqueci-me de usar luvas) que nunca ousaria usá-las em comida nenhuma. Aliás as letras pequeninas no rótulo dizem que o conteúdo pode causar efeitos negativos na actividade e atenção das crianças (!). Use at your own discretion.

7 comments » Write a comment

  1. What?!!! E pensar na moda do cake design 😬😬 é realmente melhor usar em lãs! Obrigada pela dica, vou experimentar num crochet que ficou a duas cores por ter usada linha de lotes diferentes 😏

    • Lara, julgo que estes corantes só funcionam em fibras proteicas. Nas celulósicas (algodão, etc.) não devem dar.

  2. Oh… 😕 pois é, ainda por cima a linha é 70% linho. Vou procurar outra tinta, essa seria mesmo fácil, está à mão de semear. Obrigada 😉

  3. Pingback: caneleiras com corantes | A Ervilha Cor de Rosa

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