agosto 2006
31 de agosto, 2006

Na Blue Living de Agosto/Setembro. Aqui em grande.
O weblog.com.pt está mal comportado. Tanto que há dois dias que não consigo fazer novos posts e há muitos mais que os comentários chegam ou não de forma aparentemente aleatória. O apoio técnico promete há dias uma rápida resolução dos problemas mas já me decidi a migrar para o Movable Type assim que conseguir desenhar um novo template (já estou um bocadinho farta deste). Obrigada a todos os que têm insistido em comentar (mesmo que seja por email). A Ervilha Cor de Rosa segue dentro de momentos...
29 de agosto, 2006

Last but not least, depois de quase quase todos os outros terem partido, sacos com outro dos primeiros tecidos africanos que comprei. É fresco e verde como me apetecia que o dia estivesse hoje e já o usei para alguns bonecos, como o #604 e, muito antes dele, o #235, aqui em baixo a olhar para a sua linda dona (obrigada - com um ano de atraso meu! - Patrícia e Antónia). Estão na loja.

28 de agosto, 2006

Algumas das melhores lojas da Baixa não têm porta para a rua. É o caso desta, escondida num segundo andar e à qual se chega atravessando uma loja de roupa. É de lá que trago as linhas de algodão Güttermann, que não encontro noutros lados e as melhores tesouras e as encomendas que se fazem do que não há chegam num instante.
Beaded curtains: de palhinhas ou de tampinhas, no Kiddley.
Marques, Sequeira, Lda.
Armazém de têxteis, forros, retrosaria
Praça da Figueira, 4 e 5 - 2.º
1100-240 Lisboa
25 de agosto, 2006

24 de agosto, 2006

Depois de uma semana em que parecia estar comodamente instalada de cabeça para baixo voltou às mudanças de posição frequentes (com correspondente variação do feitio da minha barriga ao longo do dia). Eu vou-me mexendo com deselegância, esbarrando de lado nas portas e mesas como aos treze anos mas ainda sem me sentir só uma barriga com pernas. Hoje, depois de um simpático email da dona da loja, fui ver mais carrinhos na Gama Rústica e já estou quase decidida a repetir as compras de há quatro anos.
A E. elogiou tudo o que havia de cor de rosa na loja, mas felizmente pediu um carrinho azul para a irmã. Já responde em piloto automático ao permanente então vais ter um mano ou uma mana? mas do que gosta mesmo de falar ultimamente é de países, bandeiras, nacionalidades e como é que se diz seja o que for nas línguas todas de que se conseguir lembrar. Derreto-me sempre com as deduções dela, como hoje: Mamã, sabes o que é pu[b]licidade? É o sítio onde moram os polícias.
Na fotografia, a montra de uma loja na esquina da Av. de Roma com a João XXI. A bem das minhas finanças estava fechada, mas espero que só para férias.
23 de agosto, 2006
Num um artigo no DN de hoje fiquei a saber que, para além do dever, os cidadãos também têm o direito (pago) de ver os seus pequenos electrodomésticos velhos recolhidos e reciclados. A empresa de gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) que o artigo refere (Amb3E) esclarece aqui que a loja onde comprarmos (por exemplo) uma nova impressora deve receber ou recolher e encaminhar gratuitamente para a reciclagem a nossa impressora velha. E o que fazer à impressora mais velha ainda que está a apanhar pó no cimo da estante e que já ninguém sabe onde foi comprada? O Centro de Atendimento ao Munícipe (de que sou utente satisfeita) esclarece: pode pedir-se aos serviços da câmara que venham buscá-la (gratuitamente) ou entregar directamente na Valorsul.
De link em link, ainda descobri o Clube das Embalagens que responde (entre outras) à dúvida frequente acerca do destino certo para as embalagens Tetra Pak (porque ninguém precisa de uma carteira nova todos os dias).
Mais informação sobre REEE no site do Instituto dos Resíduos.

22 de agosto, 2006

(na loja)
Outra vez calor a mais.
21 de agosto, 2006



Há meses que andava a namorar a montra da Sapataria Lisbonense, enquanto me decidia entre calçar ou não à E. uns sapatos mesmo a sério (porque pensando bem não tinha tido uns únicos até hoje cuja sola não fosse de borracha). A experiência, que já resultou num par de pés felizes, fez-me pensar que 1. há anos que não entrava numa sapataria propriamente dita; 2. só tenho e só tive nos últimos anos um par de sapatos sem sola de borracha e as vezes que os usei contam-se pelos dedos de uma mão; 3. esses mesmos sapatos são também, que me lembre (e apesar do nome enganador da marca), os únicos sapatos portugueses que tive em talvez mais de dez anos (!).
Alguns links atrasados:
Denise Burge (via Whip Up).
Piece of Cake: este estojo, estes bonecos e as outras imagens todas.
Sapataria Lisbonense
Rua Augusta, 202/4
1100-005 - Lisboa
18 de agosto, 2006

(na loja)
17 de agosto, 2006

Meia dúzia de graus centígrados fazem milagres pela disposição de uma grávida. Estou outra vez mais ou menos capaz de de formar frases com princípio meio e fim e já me sinto em contagem decrescente, mesmo se as arrumações em casa estão longe de chegar ao fim e se continua por saber-se quantos quilos de carrinho estamos dispostos a carregar escadas acima durante mais ou menos um ano e meio.
O Nome, primeira pergunta que ouvimos dos amigos à estação dos correios, ainda não é definitivo e já nos fez ler o vocabulário onomástico do prontuário ortográfico às três da manhã (só para ficarmos a saber que se pode dar a um filho como nomes próprios, por exemplo, Faraó Imaginário). Continuo a teimar nos nomes emocionalmente sancionados pela história familiar (eu sei que tal coisa não faz grande sentido senão na minha cabeça), mas a decisão final está adiada para um dos dias das próximas oito semanas.
We're having a baby! Now what?: uma lista de conselhos da Swissmiss.
16 de agosto, 2006



Quando, há cinco anos e muito longe, este blog começava a tomar forma, o longo reinado dos chamados diários gráficos e das agendas escritas, desenhadas e coladas com o maior dos cuidados ainda não tinha chegado ao fim. Este chegaria mais ou menos um ano depois, quando a minha barriga começou a crescer. Ontem, no meio de arrumações, folheei-os quase todos, com algumas saudades (ou, melhor, saudades de algumas coisas) do tempo em que desenhei com mais disciplina e regularidade, ainda que com preguiça a mais pelo meio e nunca em quantidade suficiente. Mas um dia eu chego lá.
14 de agosto, 2006

É na Rua das Pedras Negras, muito perto da Sé de Lisboa, e já abriu. Tem uma galeria (neste momento preenchida por uma exposição de fotografia de Pedro Saraiva), artesanato propriamente dito (Júlia Ramalho, Júlia Côta, etc.) e, entre outras coisas, bonecos meus e peças da Rita Fialho.
Work&Shop
Rua das Pedras Negras, 17
Alfama, Lisboa
11 de agosto, 2006


09 de agosto, 2006

Depois de desenhar uma magnífica flor e aborrecida com uma estrela que não saiu como queria, amassou o desenho num gesto inédito e fugiu para o sofá a choramingar:
Então, estás frustrada?
Não. Estou zangada com as coisas que não consigo fazer. O que é frustrada?
É isso mesmo.
[Entra o pai:] Então, E., o que é que se passa?
Estou frustrada.
08 de agosto, 2006

A contar de baixo, os livros dos últimos dias e dos próximos, a provar que o calor em excesso faz mesmo mal ao juízo. De trás vinha o excelente último romance da Zadie Smith (três dias mais nova do que eu), mas com a subida da temperatura (e a E. de cama durante dois dias) a coisa descambou, primeiro para aqui, depois para aqui e agora para este exemplo consumado da chamada chicklit. O que se segue já é mais a sério, assim o clima o permita.
BookMooch: através do Make: Blog, acabo de descobrir mais um site para quem gosta de ler e de partilhar livros. Vou explorar.

03 de agosto, 2006

Guiada para já apenas pelo bom senso, tenho tentado preparar a E. (e a mim) para o que aí vem. Não que queira diminuir-lhe o entusiasmo ou prescindir dos miminhos na barriga, mas sobretudo para a poupar a desilusões (uma irmã que só mama e chora e dorme em vez de uma companheira de brincadeira) e minimizar o choque de se ver de repente obrigada a partilhar-nos com uma estranha que todos culminam de atenções e mimos. A tarefa não é propriamente exequível, nem seria normal conseguir privá-la da avalanche de emoções que se avizinha, mas vou tentando. Hoje, numa primeira pesquisa sobre o assunto cheguei a esta página, cheia de conselhos que me pareceram ajuizados e que constatei com algum alívio já ter em boa parte seguido. Também comprei com a E. e com segundas intenções uma familia de plaimobís que inclui um bebé e um filho mais velho. A ideia é simples mas parece interessante: entre vários outros pormenores, serviu para constatar que o bebé ainda dorme no quarto dos pais enquanto que o rapaz já não, que a mãe muitas vezes está a dar de mamar e não pode ir brincar e que o mais velho já faz uma série de coisas que o bebé não consegue.
02 de agosto, 2006

...e na Interior Design (revista norte-americana) de Julho (thank you Kelly!).
01 de agosto, 2006

A novidade da semana são os soluços. De resto, a gravidez suga-me a atenção e a energia ao ponto de este blog, que faz agora cinco anos (cinco anos!), andar descurado.
Nos preparativos, resolvida que está para meu grande descanso a questão do vestir para os primeiros meses, quando compras é palavra que não apetece nem ouvir (mesmo sem saber se acertei na quantidade de bodies e fraldinhas de algodão), sigo para nova prospecção de mercado no campo dos carrinhos e alcofas. Os da E. ficaram pelo caminho com o uso que ela e outros lhe deram e entretanto as marcas fundiram-se e as rodas passaram a ser menos...
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