junho 2008
30 de junho, 2008
Só links:
De pano: Black & white tattooed man, babysitting Fake-Morran e fabric pom-pom.
De fio: A tutorial for making rock babies.
De riscos: Wobbly land.
29 de junho, 2008
Na Gulbenkian tiveram a boa ideia de voltar a cobrir os caminhos de toldos para o Verão. No ano passado eram de tecidos tradicionais e desta vez são telas estampadas com trabalhos de vários artistas, integrados no programa Distância e Proximidade (aqui há fotografias da execução e montagem). Os toldos tornam o jardim ainda mais apetecível para umas horas de passeio. Simpático foi também perceber que com as sobras dos do ano passado (ou os toldos propriamente ditos?) fizeram umas belíssimas almofadas para as cadeiras do anfiteatro.
...e o Random Integer Generator escolheu dar o BAGGU à Célia Alves. Obrigada a todos pelo entusiasmo e pelos comentários inspirados!
28 de junho, 2008
...demais para estar longe da água.
27 de junho, 2008
E. de saleiro na mão, a ler:
Pitada sal de mesa. Temperar e cozinhar. [Faz uma pausa para pensar] Isto se calhar foi escrito por algum poeta.
26 de junho, 2008


Já sei que existem alternativas mais baratas em algumas lojas, mas continuo a achar que os sacos BAGGU são os mais bonitos e bem desenhados. Os que comprei há mais de meio ano continuam como novos, depois de muitas idas às compras e à máquina de lavar. Agora também há BAGGUS na Retrosaria, lisos e às riscas e, para celebrar a sua chegada, vou sortear um no fim-de-semana entre os interessados que deixarem um comentário neste post.
25 de junho, 2008
Aqui.
23 de junho, 2008
Ainda não foi este ano que me lembrei do Mercadinho do Solstício do CCB a tempo de participarmos, mas pelo menos calhou passarmos por lá. A E. recebeu um euro (valor máximo de qualquer um dos objectos à venda) e comprou um livro a uma menina que fazia as contas com a ajuda da mãe numa máquina registadora de plástico.
No andar de baixo, a não perder, a exposição Utopia.
22 de junho, 2008


Há muito, muito tempo, noutro continente, o Jorge mostrou-me o trabalho do Brian Cronin. Disse-me que era um dos melhores e eu acreditei, claro. Também acho que é. Ainda mais agora, depois de ver a exposição que abriu ontem na Casa da Cerca., em Almada.
Rever de uma vez só a gente toda do Ar.Co, ilustres ilustradores, e ser apresentada ao (super simpático) Brian Cronin pela Alice deu-me um choque de saudades de desenhar, do lápis e do cigarro na mão, de outra vida.
Mas também gosto desta.
... e ainda tive a sorte de conhecer em pessoa a Yara (que é parecida com os desenhos que faz).

19 de junho, 2008
Ficou pronto, o vestido. É reversível, como o primeiro mas melhorei e aumentei um bocado o molde, para servir até ao fim do Verão. Os tecidos são este e este.
18 de junho, 2008


A propósito do galão novo, uma das minhas versões preferidas da história da menina e os três ursos: Boucles d'Or et les trois ours, com magníficas ilustrações de Gerda Muller. Sempre gostei muito desta história, em que os animais e a menina trocam de papeis (eles civilizados, ela selvagem). Vale a pena ver, no site SurLaLune Fairytales, muitas versões diferentes. Como qualquer conto que envolva camas, este é perfeito para quem gosta de procurar quilts desenhados: ♥ e ♥. A versão de Gerda Muller não tem quilts mas os desenhos dos edredões dos ursos, apesar de terem mais de cinquenta anos, são lindíssimos e parecem actuais.


17 de junho, 2008

...que ainda não regressaram da floresta. Na Retrosaria.
16 de junho, 2008

Bonecos, baby slings e babetes na loja.
E, logo às 21h, Minta na fnac do Almada Fórum.
14 de junho, 2008

Quatro anos depois, está de novo a uso. Amanhã termino um novo.
13 de junho, 2008
Eu não ia mesmo escrever sobre o assunto, mas ter acordado hoje a pensar nisso fez-me achar que era melhor. Diria que aquele Aqui e Agora foi o pior programa de pseudo-informação da história do canal se tivesse visto outros, mas a verdade é que raramente ligo a SIC (e a televisão em geral) que não seja umas horas mais tarde, para ver uma série ou um filme. Aliás se visse mais televisão provavelmente teria dito logo que não à jornalista Amélia Moura Ramos quando ela me contactou. Em vez disso cedi duas horas de uma manhã de trabalho que teriam sido bem mais proveitosas a fazer outra coisa qualquer (nada, por exemplo) para lhe dar a minha opinião sobre o assunto que a levou a escrever-me (Sou jornalista da sic e estou a fazer uma reportagem sobre a vida privada na net. Li a sua opinião sobre os babybloggers e achei que seria interessante falar consigo.). Infelizmente, só quando vi a peça é que percebi que a intenção da jornalista nunca fora a de vir registar a minha opinião, mas antes a de recolher material para ilustrar o ponto de vista fundado na absoluta ignorância que serviu de premissa a todo o programa. A esta falta de sinceridade soma-se a falta de informação da Amélia Moura Ramos relativamente ao assunto: fui eu que lhe dei a conhecer os únicos outros sites que mencionou na peça e ela própria assumiu espontaneamente em conversa não ter nenhum à-vontade com as novas tecnologias (o que a meu ver é bastante desaconselhável a um profissional dos media) e o receio que tinha enquanto mãe de não poder acompanhar a filha nestes domínios.
Ora tudo isto seria apenas ridículo se não houvesse ainda muitos portugueses info-excluídos, que vêem televisão mas não sabem o que é um browser. Todos esses, que são pais e avós de muita gente, terão ficado ainda mais receosos e desconfiados mas nem um bocadinho mais capazes de proteger os filhos e netos dos tais perigos que lhes foi dito estarem do lado de lá de todos os monitores. Muito menos de os compreender.
Falta-me só dizer que também é por isso que deixei gradualmente de ver televisão: prefiro procurar e ler pessoas que escrevem, muitas vezes de graça, sobre aquilo de que sabem e gostam do que ver um grupo fixo de comentadores e jornalistas pagos para dizer generalidades (e enormidades) sobre qualquer assunto que lhes seja apresentado.
11 de junho, 2008

Um monte de coisas novas na Retrosaria. Entre elas, estes magníficos tecidos japoneses de inspiração africana, um com andorinhas mesmo a pedir mais saias com esta, outro perfeito para kimonos e blusas de Verão e mais uma série de novidades.
10 de junho, 2008
Levar para Lebução o projecto das meias foi uma decisão ainda mais acertada do que tinha suposto. Por lá tricotar meias sentada na soleira da porta é banal e trazer na mala lã e cinco agulhas é cartão de visita e assunto de conversa num sítio onde apontar a máquina fotográfica a uma parede dá muitas vezes direito a um sobrolho desconfiado. As meias de lã são mesmo do pouco artesanato que se vende na região, mas isso é tema para outro dia. As minhas foram usadas assim que ficaram prontas e gosto tanto delas que já estou a fazer outras. Por falta de experiência não as fiz com as riscas iguais numa e noutra, mas da próxima já sei. A lã, magnífica, é uma Trekking XXL.
Depois de passear por muitos sites sobre o assunto comprei o livro Folk Socks: The History and Techniques of Handknitted Footwear e recomendo a quem queira iniciar-se também.

09 de junho, 2008
Uma semana numa das regiões menos turísticas de Portugal, com rebanhos a passar à porta de casa e senhoras a fazer meia na soleira, campos de centeio e matas de castanheiros. Vi muito com os olhos (e o nariz e os ouvidos), e menos com a máquina.
08 de junho, 2008


Pôr o sono em dia.
01 de junho, 2008
Estamos de partida para uma semana de férias, para lá dos montes. Se vou poder ou ter vontade de aqui vir nos próximos dias ainda é uma incógnita, mas deixo como interlúdio estes links para Liivian Talossa, Heading East e Fine Little Day. Até já!
« maio 2008 | Entrada | julho 2008 »
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