a ervilha cor de rosa
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passear

fim de festa

23 de agosto, 2008

fim de festa

fim de festa

Maré baixa na praia de Montedor. O fundo do mar à altura do joelho. Guardar nos olhos e na pele o estar completamente feliz.

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férias

17 de agosto, 2008

ponte de lima

ponte de lima

Não sei quantos destes fotógrafos de rua continuam no activo. O de Ponte de Lima (outra imagem aqui) tem cavalinho e tudo, como o do Bom Jesus de Braga (onde o Martin Parr já se fez fotografar). No dia em que lá estivemos não lhe faltava trabalho, e ainda bem.


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foto-sensível

03 de agosto, 2008

évora

antologia experimental

Antologia Experimental de José M. Rodrigues, em Évora.


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apanhar ar

13 de julho, 2008

bungalows

castelo de bode

Bungalows que apetece experimentar, uma plataforma de madeira na água límpida do Zêzere e uma esplanada simpática uns metros acima. Bela tarde a de hoje.


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respigar

06 de julho, 2008

respigo

respigo

É lixo. Da margem do Tejo no Samouco. Também há quem lhe chame inspiração em conserva.

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calor

28 de junho, 2008

praia

praia

...demais para estar longe da água.

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cores dos montes

09 de junho, 2008

Lebução

Moimenta da Raia

Uma semana numa das regiões menos turísticas de Portugal, com rebanhos a passar à porta de casa e senhoras a fazer meia na soleira, campos de centeio e matas de castanheiros. Vi muito com os olhos (e o nariz e os ouvidos), e menos com a máquina.


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ó-ó

08 de junho, 2008

colcha de chita

cama

Pôr o sono em dia.

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campo

12 de maio, 2008

alhos vedros

alhos vedros

Não me lembro de em pequena ser grande fã de cavalos, mas agora impressionam-me. São outra medida do espaço e do tempo pré-industrial, como o pão feito em casa e a roupa cosida à mão.

Já a tomar o gosto a uma semana de férias que aí vem, apetece-me levar agulhas e lã para fazer meias, mas como serão as primeiras preciso de um bom modelo e não sei por onde começar (sugestões?).

Pub:

Recebi da editora para oferecer aqui (!) um exemplar do livro The Friday Night Knitting Club. Ainda não o li, mas consta que é chick lit com tricot pelo meio, e que é divertido (vou sorteá-lo no fim de semana entre os interessados que deixarem um comentário neste post).


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sair

04 de maio, 2008

rosário

rosário

(e no presente do conjuntivo)

45cm de tecido, 120cm de grega azul, meio metro de elástico e uma praia de rio.

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ponta da erva

05 de abril, 2008

ponta da erva

ponta da erva

Fim-de-semana é sair de Lisboa, pisar verde, respirar fundo e passear até ao horizonte amarelo.


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no seixal

22 de março, 2008

casaco novo

manas

Como a E. adoptou definitivamente o dela, fiz um casaco para a A. Este cruza um bocadinho à frente e pode levar um botão para ficar fechado. Também é reversível e do outro lado tem o mesmo tecido do capuchinho vermelho que a Rita usou nesta camisa.

De manhã passeámos no lindo centro do Seixal. Fiquei curiosa com os postigos que há em muitas casas, que não são para as cartas e parecem demasiado pequenos para gateiras.

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mosaico hidráulico

15 de março, 2008

mosaico hidráulico = Lúcio Zagalo

mosaico hidráulico = Lúcio Zagalo

Soube da existência de um fabricante de mosaico hidráulico em Estremoz pela revista K (ou seja, há mais de quinze anos), mas só graças a um comentário neste post fiquei finalmente a saber como se chamava. Hoje rumámos ao Alentejo para conhecer a Fábrica de Mosaicos Hidráulicos de Estremoz.

O Mestre Lúcio Zagalo faz mosaico hidráulico desde os catorze anos. Trabalhou em várias oficinas durante a juventude e acabou por abrir o seu próprio negócio. Na pequena fábrica (todos os mosaicos são feitos por ele numa única prensa) reúne cerca de dois mil (!) moldes diferentes, uns herdados, outros mandados fazer a gosto do cliente ou para trabalhos de restauro de pavimentos antigos. De cada molde podem sair muitos padrões, dependendo da forma como se usem as cores, pelo que as possibilidades são quase infinitas. Depois há ainda os lindíssimos mosaicos com fingido de madeira ou mármore, feitos com muita arte (desenhados individualmente à mão e sem molde). O melhor é ver, escolher e levar impresso, porque só uma ínfima parte dos desenhos está em exposição e o que apetece quando se lá chega é trazer um de cada.


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respigar

10 de março, 2008

respigar padrões

respigar padrões

Antes de Samora Correia estivemos em Benavente. Já almoçados, respigámos o terreno de uma casa demolida na véspera. Admirámos os fingidos e enchemos os sapatos de pó a desenterrar padrões.


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mantas com nuvens

09 de março, 2008

mantas | quilts

mantas | quilts

A ideia era fotografá-las ao sol, mas ontem não houve muito. O cenário foi o lavadouro municipal de Samora Correia, roupa dos moradores das redondezas incluída, e mesmo com o vento e as cores baralhadas pela falta de luz foi bastante divertido. A minha mãe ajudou.


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domingo

06 de janeiro, 2008

no cais

moita

moita

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areias brancas

29 de julho, 2007

mão de avó

capulana

Vivam os fins de tarde na praia, as capulanas, a areia, as pessoas de quem se gosta...


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viva sair

16 de abril, 2007

évora

Descemos ao Alentejo com a desculpa de ir ver esta exposição. Visitámos o cromeleque dos Almendres, cheirámos o rosmaninho, brincámos aos restaurantes dentro de uma escultura e seguimos até Reguengos. A Fábrica Alentejana de Lanifícios estava fechada, mas revi a minha casa e a minha escola de há vinte e muitos anos.


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carreço em lisboa

02 de abril, 2007

cabeçudos

Apesar de irmos todos os anos, a E. nunca tinha visto dançar o rancho de Carreço Grupo Folclórico e Cultural Danças e Cantares de Carreço*. Ontem, sem sair de Lisboa, vimos rancho, cabeçudos, gigantones e zés-pereiras. Ela gostou mais do rancho, claro e, depois de meter conversa com uma das mordomas para lhe poder ver de perto os ouros e as roupas, veio embora a ensaiar o Vira. E eu vim embora a relembrar os passeios e tudo o que aprendi (sobre vacas, coelhos, galinhas e etc.) com a minha amiga Lígia, uma das lavradeiras de há vinte anos.

Mais sobre o dia de ontem aqui.

*Obrigada, Diana e Paula, pela correcção!


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