tipo lisboa

typeset

typeset

Já estava de nariz lá dentro quando ouvi pode ver à vontade, menina. Não me lembrava de ver aquela porta aberta e o móvel de guardar os tipos, já esventrado, chamou-me do outro lado da rua. E o que é que vai acontecer a isto? É tudo para o lixo. Então posso levar? À vontade. Quer um saco? Não é preciso, eu tenho. Do resto da antiga tipografia já não sobrava quase nada, mas connosco vieram os ás, bês, cês e as gravuras que encontrámos. Passámos a tarde a dar-lhes banho e já reparei que a mais bonita tem gravado o nome da Franco-gravador. Como não penso comprar uma heidelberger tenho de lhes dar outro uso. Já tenho uma ideia, mas as sugestões são bem-vindas.

Mais ♥ tipografia por aqui: trodat, tipografia, grafifácil, paperwork, mosaico.

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ingredientes

botões

para uma tarde perfeita (com a Rita).

PS: o meu email do costume está com problemas há cerca de uma semana e não recebe nem envia todas as mensagens. Quem estiver à espera de resposta da minha parte por favor insista através do endereço alternativo: pinkpea arroba gmail ponto com.

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fabrico próprio

bolas de berlim

Bolas de Berlim, fotografia de Pedro Ferreira

Foi através do Flickr que soube da existência do projecto Fabrico Próprio (o site oficial ainda não está pronto). Pareceu-me uma ideia literalmente deliciosa e aguardo com expectativa a sua concretização sob a forma de livro. Ontem recebi de um dos mentores, o Frederico Duarte (os outros dois estão também por detrás da instalação Grão no Museu do Azulejo), um apelo curioso, que transcrevo a seguir. Quem quiser ou puder dar-lhe resposta pode deixá-la aqui nos comentários ou encaminhá-la para frederico arroba 05031979 ponto net.

Bolos por aqui: Padaria Ribeiro, o Natário e croissants do Porto (prensados se faz favor).

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fabuland

casinhas

O fim-de-semana foi de arrumações em família. Vários caixotes que não viam a luz há quase vinte anos foram abertos e escrutinados. Recuperámos os meus queridíssimos legos Fabuland, que a E. já adoptou como novo brinquedo preferido, os melhores blocos de madeira, os pinipons da minha irmã…

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carreço em lisboa

cabeçudos

Apesar de irmos todos os anos, a E. nunca tinha visto dançar o rancho de Carreço Grupo Folclórico e Cultural Danças e Cantares de Carreço*. Ontem, sem sair de Lisboa, vimos rancho, cabeçudos, gigantones e zés-pereiras. Ela gostou mais do rancho, claro e, depois de meter conversa com uma das mordomas para lhe poder ver de perto os ouros e as roupas, veio embora a ensaiar o Vira. E eu vim embora a relembrar os passeios e tudo o que aprendi (sobre vacas, coelhos, galinhas e etc.) com a minha amiga Lígia, uma das lavradeiras de há vinte anos.

Mais sobre o dia de ontem aqui.

*Obrigada, Diana e Paula, pela correcção!

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