Aug
29

Bolas de Berlim, fotografia de Pedro Ferreira
Foi através do Flickr que soube da existência do projecto Fabrico Próprio (o site oficial ainda não está pronto). Pareceu-me uma ideia literalmente deliciosa e aguardo com expectativa a sua concretização sob a forma de livro. Ontem recebi de um dos mentores, o Frederico Duarte (os outros dois estão também por detrás da instalação Grão no Museu do Azulejo), um apelo curioso, que transcrevo a seguir. Quem quiser ou puder dar-lhe resposta pode deixá-la aqui nos comentários ou encaminhá-la para frederico arroba 05031979 ponto net.
Bolos por aqui: Padaria Ribeiro, o Natário e croissants do Porto (prensados se faz favor).
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Jun
04


O fim-de-semana foi de arrumações em família. Vários caixotes que não viam a luz há quase vinte anos foram abertos e escrutinados. Recuperámos os meus queridíssimos legos Fabuland, que a E. já adoptou como novo brinquedo preferido, os melhores blocos de madeira, os pinipons da minha irmã…
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Apr
02

Apesar de lá irmos todos os anos, a E. nunca tinha visto dançar o rancho de Carreço Grupo Folclórico e Cultural Danças e Cantares de Carreço*. Ontem, sem sair de Lisboa, vimos rancho, cabeçudos, gigantones e zés-pereiras. Ela gostou mais do rancho, claro e, depois de meter conversa com uma das mordomas para lhe poder ver de perto os ouros e as roupas, veio embora a ensaiar o Vira. E eu vim embora a relembrar os passeios e tudo o que aprendi (sobre vacas, coelhos, galinhas e etc.) com a minha amiga Lígia, uma das lavradeiras de há vinte anos.
Mais sobre o dia de ontem aqui.
*Obrigada, Diana e Paula, pela correcção!
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Feb
23

Não me consigo habituar ao novo Público. Não gosto do espalhafato fruta-cores do novo design, aquele P de cor indefinida na capa não me diz nada, abomino a nova Pública, tomada de assalto pela Xis (suplemento cujo anunciado fim tinha entendido como um bom prenúncio). Desagrada-me o encher de páginas com imagens desfocadas, feias e inúteis, vou ter ainda mais saudades dos tempos em que o jornal dava trabalho aos melhores ilustradores e mesmo de algumas boas fotos de arquivo que às vezes repetia. O que eu quero de um jornal não é um suplemento gordo de variedades que tanto podiam ser publicadas hoje como daqui a quinze dias, sao mesmo as notícias. De preferência a preto e branco, preto no branco, com um grafismo menos à jornal gratuito e uma paleta menos TVI. De preferência com menos erros de concordância e menos escrita light.
Desde que me lembro que tomo o café com leite a ler o Público. Lia-o em casa dos meus pais e li-o na minha primeira casa, li-o de cigarro na mão à mesa do café, li-o quase todos os dias até esta mudança. Foi nas suas páginas que os meus bonecos apareceram impressos pela primeira vez, foi nele que (graças ao Ar.Co e ao Salão Lisboa) cheguei a publicar algumas ilustrações, foi o cabeçalho do Henrique Cayatte que a E. aprendeu a reconhecer e soletrar quando ainda usava fraldas. Nenhum dos jornais alternativos me convence. O meu café com leite está órfão.
Jan
05

Enquanto um projecto ainda não divulgável me mantinha longe do teclado acumularam-se as surpresas enviadas pelos pais e mães natais da blogolândia:
Um caderno Serrote editado especialmente para a Mau Feitio (a loja em Coimbra onde vendo os meus bonecos), com um cartão de boas festas ilustrado por Rui Vitorino Santos.
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Dec
21

Se, no ano passado, era difícil entrar na loja da Catarina e sair de mãos vazias, agora que o projecto Uma Casa Portuguesa se instalou no Chiado apetece ir ter com cada turista e dizer-lhe que não pode mesmo deixar de ir à Rua Anchieta (número 11). A variedade de produtos à venda é muito maior do que no último Natal e há uma exposição comemorativa dos 70 anos da Viarco para ver mas, acima de tudo, o espaço, magistralmente recuperado, é um verdadeiro ex-libris de uma Lisboa já extinta.
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Dec
12
Descobri os Wists através da Claire mas só hoje (enquanto esperava que o weblog recuperasse de mais uma das suas frequentes indigestões) comecei a criar a minha lista. Podem adicionar-se coisas a partir de sites de lojas, blogs, do flickr, etc. É fácil, viciante e muito útil para dar umas dicas ao Pai Natal!
Nov
20


Do Porto, onde parece que me lêem as vontades: garfinhos da (minha tia-avó) Bgi (ainda melhores do que areias) e doce destas abóboras da Elsa e do Luciano.