Category Archives: Afinidades

fabrico próprio

bolas de berlim

Bolas de Berlim, fotografia de Pedro Ferreira

Foi através do Flickr que soube da existência do projecto Fabrico Próprio (o site oficial ainda não está pronto). Pareceu-me uma ideia literalmente deliciosa e aguardo com expectativa a sua concretização sob a forma de livro. Ontem recebi de um dos mentores, o Frederico Duarte (os outros dois estão também por detrás da instalação Grão no Museu do Azulejo), um apelo curioso, que transcrevo a seguir. Quem quiser ou puder dar-lhe resposta pode deixá-la aqui nos comentários ou encaminhá-la para frederico arroba 05031979 ponto net.

Bolos por aqui: Padaria Ribeiro, o Natário e croissants do Porto (prensados se faz favor).

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fabuland

casinhas

O fim-de-semana foi de arrumações em família. Vários caixotes que não viam a luz há quase vinte anos foram abertos e escrutinados. Recuperámos os meus queridíssimos legos Fabuland, que a E. já adoptou como novo brinquedo preferido, os melhores blocos de madeira, os pinipons da minha irmã…

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carreço em lisboa

cabeçudos

Apesar de irmos todos os anos, a E. nunca tinha visto dançar o rancho de Carreço Grupo Folclórico e Cultural Danças e Cantares de Carreço*. Ontem, sem sair de Lisboa, vimos rancho, cabeçudos, gigantones e zés-pereiras. Ela gostou mais do rancho, claro e, depois de meter conversa com uma das mordomas para lhe poder ver de perto os ouros e as roupas, veio embora a ensaiar o Vira. E eu vim embora a relembrar os passeios e tudo o que aprendi (sobre vacas, coelhos, galinhas e etc.) com a minha amiga Lígia, uma das lavradeiras de há vinte anos.

Mais sobre o dia de ontem aqui.

*Obrigada, Diana e Paula, pela correcção!

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feitos um para o outro

forma

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o mundo mudou

publico

Não me consigo habituar ao novo Público. Não gosto do espalhafato fruta-cores do novo design, aquele P de cor indefinida na capa não me diz nada, abomino a nova Pública, tomada de assalto pela Xis (suplemento cujo anunciado fim tinha entendido como um bom prenúncio). Desagrada-me o encher de páginas com imagens desfocadas, feias e inúteis, vou ter ainda mais saudades dos tempos em que o jornal dava trabalho aos melhores ilustradores e mesmo de algumas boas fotos de arquivo que às vezes repetia. O que eu quero de um jornal não é um suplemento gordo de variedades que tanto podiam ser publicadas hoje como daqui a quinze dias, sao mesmo as notícias. De preferência a preto e branco, preto no branco, com um grafismo menos à jornal gratuito e uma paleta menos TVI. De preferência com menos erros de concordância e menos escrita light.

Desde que me lembro que tomo o café com leite a ler o Público. Lia-o em casa dos meus pais e li-o na minha primeira casa, li-o de cigarro na mão à mesa do café, li-o quase todos os dias até esta mudança. Foi nas suas páginas que os meus bonecos apareceram impressos pela primeira vez, foi nele que (graças ao Ar.Co e ao Salão Lisboa) cheguei a publicar algumas ilustrações, foi o cabeçalho do Henrique Cayatte que a E. aprendeu a reconhecer e soletrar quando ainda usava fraldas. Nenhum dos jornais alternativos me convence. O meu café com leite está órfão.

obrigada pais e mães natais

serrote & mau feitio

Enquanto um projecto ainda não divulgável me mantinha longe do teclado acumularam-se as surpresas enviadas pelos pais e mães natais da blogolândia:

Um caderno Serrote editado especialmente para a Mau Feitio (a loja em Coimbra onde vendo os meus bonecos), com um cartão de boas festas ilustrado por Rui Vitorino Santos.

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do natal

natal

Quero-o sempre igual.

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uma casa portuguesa

uma casa portuguesa

Se, no ano passado, era difícil entrar na loja da Catarina e sair de mãos vazias, agora que o projecto Uma Casa Portuguesa se instalou no Chiado apetece ir ter com cada turista e dizer-lhe que não pode mesmo deixar de ir à Rua Anchieta (número 11). A variedade de produtos à venda é muito maior do que no último Natal e há uma exposição comemorativa dos 70 anos da Viarco para ver mas, acima de tudo, o espaço, magistralmente recuperado, é um verdadeiro ex-libris de uma Lisboa já extinta.

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wists

Descobri os Wists através da Claire mas só hoje (enquanto esperava que o weblog recuperasse de mais uma das suas frequentes indigestões) comecei a criar a minha lista. Podem adicionar-se coisas a partir de sites de lojas, blogs, do flickr, etc. É fácil, viciante e muito útil para dar umas dicas ao Pai Natal!

porto doce

garfinho

doce de abóbora

Do Porto, onde parece que me lêem as vontades: garfinhos da (minha tia-avó) Bgi (ainda melhores do que areias) e doce destas abóboras da Elsa e do Luciano.