Amiga do alheio - arquivo

natal

feliz natal

mh

…aqui no Bairro, entre heterodoxos presépios e chãos estrelados. Encerrei as compras de Natal com um álbum para os selos que a E. começou a coleccionar. Aviso quem passar pelo Chiado à procura de prendas especiais que há um (único) exemplar do lindíssimo O pintor e o pássaro no canto da montra da Sá da Costa e umas altamente tentadoras mochilas-capuz em burel na nova Saberes e Fazeres da Vila (Rua Nova do Almada, 103).

convidadas de natal

convidadas de natal

convidadas de natal

convidadas de natal

Este ano há convidadas de Natal na Retrosaria: Maman Xuxudidi, Matilde Beldroega, Cooler|Wooler, Pacote e Ana Ventura vão estar por aqui nos próximos dias.

Convidadas de Natal na Retrosaria
Até dia 23 (inclusive), todos os dias excepto Domingo, das 10 às 19h.

collégien

collégien

collégien

Numa simpática manobra de charme, a loja online da Collégien resolveu oferecer-me dois pares dos seus célebres sapatos-meia. Já os tinha namorado várias vezes, e não só são tão bonitos ao vivo como parecem online como elas os acham muito confortáveis. Escolhi dois modelos da linha farwest e para mim não sei se vou resistir a estas. Como em casa nunca usamos sapatos habituei-me a coser descalça e agora na Retrosaria passo o tempo a pôr e a tirar as botas para ir de um lado para o outro, o que não dá jeito nenhum. Pai Natal, é o 39, ok?

xuz

xuz

A verdade é que eu não precisava absolutamente destas botas, mas não lhes resisti. A sola de madeira e as tachas revelam imediatamente a fonte de inspiração, mesmo que não se saiba nada sobre a marca. Só depois de chegar a casa é que fiquei a saber mais sobre a Xuz, através deste artigo e do site, e fiquei rendida. Sempre gostei de andar de socos (usava estes na rua quando era pequena), algures no final dos anos 80 tive uns daqui e a E. tem uns de Ponte de Lima. Os sapatos, socos e botas em couro com sola de madeira foram uma constante em Portugal (pelo menos no Norte) e em algumas localidades ainda há artesãos activos no seu fabrico. Algumas imagens e longa vida à Xuz: Continuar a ler…

botas alentejanas

de mértola

Encontrei em Mértola as substitutas para as minhas camper estafadas por dois invernos de uso intenso. Foram compradas na linda sapataria que fica já quase a chegar ao café Guadiana e não têm escrito o nome do fabricante. Parece que são feitas por encomenda para a loja, que vende diversos modelos de botas alentejanas para homem e senhora. Estou fã. Continuar a ler…

kapital.jp

kapital 2010

Se eu me deixasse tentar, era a minha desgraça. Calças de ganga de retalhos? Check. Malhas inspiradas pelas dos Índios da América do Norte? Sim. T-shirts de fazenda aos quadrados? Também. Túnicas perfeitas? Suspiro. Continuar a ler…

dia santo na loja

Resumo do dia de hoje: sete (!) horas seguidas a conversar com a Rita e a Sónia. Inesperado, mas na minha line of work não é todos os dias que se conhece uma verdadeira colega. Continuar a ler…

eu dela

treat

Um retrato meu feito pela A., que tem por aqui tão menos tempo de antena do que a E. teve. Não é que tenha menos tiradas dignas de memória (ainda ontem nos pôs a todos a rir por pensar que o plural de bispo – a peça de xadrês – fosse bichos pu). É só a sina (e cada vez mais acho que também a sorte) dos segundos filhos.

Em baixo, um top da Annie Larson, designer-maker de Minneapolis cujo trabalho sigo desde o ano passado. Depois de muito tempo a namorar as suas cores e padrões fantásticos, não lhe resisti. Ao estreá-lo, ontem, apercebi-me de que foi a primeira peça de roupa que comprei este ano para mim. Fazer é poder.

devoluto

sam3 + pixelejo

Como não posso mostrar o que estive a fazer entre as dez e as cinco, aqui ficam: um telhado que nos tem feito sonhar, um vestígio da passagem do Sam3 por Lisboa e o projecto pixelejo, a manhã de anteontem, o simpático relato da Francesca da sua passagem pela Retrosaria e o poder da boneca da E.

sabão casulo

sabão casulo

Continuando com a produção nacional, eis o meu sabonete preferido. Não é um sabonete, é sabão, daquele que nas drogarias está arrumado nas prateleiras de baixo, ao pé do azul e branco. Chama-se Sabão Casulo, o Google não o conhece e não seca a pele. É cor de madrepérola, feito com óleo de côco, não tem perfume e vem numa barra que se corta às fatias para usar no banho.

Cada vez gosto menos de cosméticos e mais de boas receitas. Tenho de fazer um post em breve sobre piolhos (mais precisamente sobre como, quando há três anos a E. os trouxe da escola, nos livrámos deles sem champôs da farmácia). Continuar a ler…