xuz

xuz

A verdade é que eu não precisava absolutamente destas botas, mas não lhes resisti. A sola de madeira e as tachas revelam imediatamente a fonte de inspiração, mesmo que não se saiba nada sobre a marca. Só depois de chegar a casa é que fiquei a saber mais sobre a Xuz, através deste artigo e do site, e fiquei rendida. Sempre gostei de andar de socos (usava estes na rua quando era pequena), algures no final dos anos 80 tive uns daqui e a E. tem uns de Ponte de Lima. Os sapatos, socos e botas em couro com sola de madeira foram uma constante em Portugal (pelo menos no Norte) e em algumas localidades ainda há artesãos activos no seu fabrico. Algumas imagens e longa vida à Xuz: Read more →

josé machado

ecos do ofício

ecos do ofício

Foram feitas à mão e de propósito para a E. pelo José Machado. São macias e muito fáceis de calçar e descalçar, não escorregam e são espantosamente bonitas. Vieram pelo correio e ainda por cima foram mais baratas do que as da marca dos furinhos na sola. Estou rendida ao trabalho deste artesão português.

os primeiros

os primeiros

Este blog podia ter uma categoria sapatos (para juntar posts como este, este ou este) e, a julgar pelos últimos dias, outra chamada filhas no chão, ou coisa no género (onde ficariam este, este, este e vários outros). Ao fim de seis anos inteirinhos de blog e com duas mudanças de poiso pelo caminho, rearrumar posts antigos é uma tarefa inglória e sempre adiada.

A A. tem finalmente uns sapatos. Não era absolutamente indispensável comprá-los já, mas vão dar jeito para quando quer pôr-se em pé no chão do jardim como os meninos mais crescidos. São lindos e macios e parecem aqueles caríssimos que se vêem nos anúncios da Milk (a cujas páginas 60 e tal, no último número, a A. mostra em minúsculo as suas gargalhadas). São da Lisbonense, claro.

fim-de-semana

socas

piecing

A E. descobriu os meus velhos socos. Usa-os no quintal e chamou-lhes sapatos de salto alto. Eu usava-os na rua e na altura queria era ter uns com joaninhas que namorei meses numa montra.

Cosi meio quilt top, depois de me decidir por um bloco simples e doze tecidos diferentes (entre os quais um que já entrou neste e neste). Não vai ser muito ousado, perfeito ou particularmente inspirado, mas acertei precisamente nas cores e contrastes que me apeteciam. O fascínio hipnótico do patchwork é o mesmo que exercem os fractais e rectângulos de ouro. Excita e apazigua ao mesmo tempo.

agora em vermelho

sapatos_vermelhos

Dois posts seguidos sobre roupa e o terceiro post vermelho da semana, o que é no mínimo invulgar.

A E. tem uns sapatos novos da Lisbonense, porque os primeiros deixaram de servir (depois de nos servirem com distinção). Só podiam ser mais bonitos se fossem salpicados de bolinhas brancas. Para mim, uns Crocs Beach azul-celeste, como têm a Ana, a Jane e mais meio mundo. E agora que vi os Prima, vamos lá a ver se lhes resisto.

Nada a ver:

Mind this Gap: um projecto da Maria Neiva que acho muito interessante. Tenho estado a divulgar pelos meus amigos GAP (Graduados que Abandonaram Portugal) e a seguir com atenção todos os contributos.

lisbonense

sapataria lisbonense

Há meses que andava a namorar a montra da Sapataria Lisbonense, enquanto me decidia entre calçar ou não à E. uns sapatos mesmo a sério (porque pensando bem não tinha tido uns únicos até hoje cuja sola não fosse de borracha). A experiência, que já resultou num par de pés felizes, fez-me pensar que 1. há anos que não entrava numa sapataria propriamente dita; 2. só tenho e só tive nos últimos anos um par de sapatos sem sola de borracha e as vezes que os usei contam-se pelos dedos de uma mão; 3. esses mesmos sapatos são também, que me lembre (e apesar do nome enganador da marca), os únicos sapatos portugueses que tive em talvez mais de dez anos (!).

Alguns links atrasados:

Denise Burge (via Whip Up).

Piece of Cake: este estojo, estes bonecos e as outras imagens todas.

Make a T-Shirt laptop case.

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zakka

sapatinhos

É verdade que a E. pouco ou nada usou a maior parte dos sapatos de bebé que lhe ofereceram. O primeiro Verão, em que ainda nem gatinhava, passou-o quase sempre descalça (o que me valeu muitos olhares e alguns ai coitadinha de velhotas desconhecidas). Depois veio o Inverno e as primeiras botas e desde que anda não tem mesmo outro remédio senão sair à rua calçada. Hoje não resisti a pôr em prática um modelo do livro que a Mitiko me ofereceu. Dele resultaram estes sapatinhos tão macios que tenho pena de não os ter tido quando a E. cabia neles (provavelmente vão parar à Baby Feira Mix).

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