babete xl

babete da elvira

Há exactamente um ano fiz o primeiro babete (foi a Miriam que mo lembrou). Foi um projecto divertido, por causa das nódoas pintadas e das letras que bordei à mão. Nessa altura também fiz vários pares de sapatinhos de bebé todos diferentes uns dos outros e outras coisas que ainda não tive tempo de retomar. Todos os que nasceram entretanto eram para bebés pequeninos, mas agora tenho finalmente pronta uma colecção (são só 9) de babetes para toddlers, impermeáveis e segura-migalhas, feitos com a chita de que mais gosto. Este ficou para a E.

Muito obrigada por todos os emails e comentários de parabéns!

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quíltingue

acolchoado de chita

Tenho andado à procura da maneira de dizer em Português quilt, quilting e patchwork. O melhor que consegui para quilt foi:

Acolchoado: coberta chumaçada e pespontada em xadrês, segundo a já velhinha 3.ª edição do Dicionário de Português da Porto e Editora.

Não soa muito bem mas acho que é a palavra certa. Manta de retalhos acolchoada é mais explicativo mas comprido demais. E patchwork, como é que se traduz?

Há meses que ando cheia de vontade de explorar estas técnicas. Fiz as pegas-ou-pousadores-de-caneca-ao-lado-do-computador, um saco, três porta-moedas e agora uma brincadeira com destino ainda não decidido (manta para as bonecas, individual ou pousa-cotovelos-junto-ao-teclado, que é o que está a ser neste momento).

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#312

boneca mamã

A semana começa a correr, de t-shirt e gabardine, com a E. finalmente livre do peganhento vírus que nos atazanou durante duas semanas, duas grandes encomendas quase terminadas, 417 emails por responder e decisões importantes para os próximos dias…

o saco

saco

Depois de pronto e lavado, o saco da E. ficou bastante parecido com o que queria fazer. Usei como modelo um outro, feito por uma das irmãs da minha bisavó, e que é tão bonito que merece um post só para ele. Este é tal e qual aquilo que se costuma chamar um saco do pão, por fora feito de restinhos de tecido e por dentro de tecido branco de algodão, neste caso novo mas que também costumava ser reaproveitado (por exemplo de sacos de farinha).

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de restinhos

pega

Guardei todos os pedacinhos de chita que sobraram dos sacos que fiz com a certeza de que iam servir para alguma coisa. Ontem, enquanto o F. fazia o jantar, juntei alguns para fazer mais algumas almofadas para alfinetes mas, quando a primeira estava pronta para levar o recheio, gostei tanto de a ver assim que em poucos minutos se transformou numa pega de cozinha (ou encosto para as várias chávenas de café com leite que vou trazendo para a secretária ao longo do dia). Antes de irmos para a mesa tinha três prontas e o sucesso com a E. foi imediato ao ponto de destronar a Wendy pelo resto do serão. À noite, quando as tarefas do dia estavam concluídas e eram mais que horas de ir para a cama, ainda fiz mais três.

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armazém dos linhos

armazém dos linhos

Nenhum roteiro crafty da cidade do Porto (ora aqui está uma ideia que podia ser concretizada em conjunto através, por exemplo, de um grupo no Flickr) pode ficar completo sem incluir o lindíssimo Armazém dos Linhos. É esta a loja que produz e distribui a maior parte das chitas actuais que uso para os meus sacos e bonecos. Fica ao fundo da Rua de Passos Manuel e merece uma visita nem que seja só para olhar. A não perder, no fim do corredor, o monte de restos e bocados de tecido com falhas na impressão que às vezes produzem efeitos curiosos.

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