no kidding + maria caracoleta

noKidding

Finalmente consegui voltar a levar algumas bonecas para as duas primeiras lojas que me acolheram, a NoKidding e a Maria Caracoleta…

Links:

Red Current: apesar de ter nascido a meio da década, sou decididamente uma filha dos anos setenta. Ficava já com a toilette do meio.

Anthropologie: a pensar em mais sacos.

HippieCoco: a coelha ao fundo da página (aqui em versão traduzida).

Pindot: na loja dos meus sonhos também há um cantinho assim.

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quer

quer brincar

A Quer abre hoje às 18.00h. Fica no Lumiar, meio escondida no meio dos prédios, mas tem uma estação de metro bem perto e um mini parque infantil muito bonito mesmo em frente à porta. Há alguns meses que acompanho o projecto desta loja, saído da cabeça e da vontade de duas mães, e é um espaço que merece ser conhecido. A escolha criteriosa dos produtos (não gosto de lhes chamar assim) é uma das principais preocupações da Amélia e da Susana e eu só tenho pena que ainda não estivesse aberta quando andei à procura de um carrinho de madeira para a E. passear pela casa.

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self-portrait of the artist as a young child

Emília e João

Mais uma vez não fui a tempo de participar no Month of Softies da Claire. A minha entrada teria de ter sido qualquer coisa como a fusão entre estes dois bonecos, os mais lindos do mundo, feitos pela minha mãe e que me acompanharam para todo o lado durante anos. Primeiro nasceu o João, a quem eu roía as unhas (que ele obviamente não tinha) quando tinha quatro anos. A cara dele é feita sobre uma máscara de papel e cola moldada numa boneca de celulóide (é uma técnica que tenho de experimentar um dia) e a roupa foi tricotada por mim há umas duas décadas. Dois ou três anos depois pedi à minha mãe que me fizesse uma Emília. O momento em que a vi pela primeira vez podia ter sido ontem, tão bem que me lembro dele.

ufana

first sewing lesson

A E. tem um boneco eternamente por acabar, que enche e esvazia de espuma tantas vezes quantas as que eu encho os meus bonecos ao pé dela. Hoje pediu-me para o coser com linha. Quis coser-lhe os braços, as pernas, os olhos, o nariz e a boca (com muita ajuda minha, claro, até porque a cada ponto era preciso recuperar a agulha perdida no recheio) e ficou orgulhosa do resultado. Eu também.

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