viagens e missões científicas nos trópicos

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borboletar

É uma das exposições mais bonitas para ver em Lisboa neste momento, e está no alto de um dos nossos jardins preferidos. A xiloteca, os herbários, as peças africanas, a tenda do explorador e a forma como os objectos se relacionam com os lambris de azulejo do Palácio dos Condes da Calheta são uma fantástica fonte de inspiração para qualquer pessoa que goste de padrões e texturas. Read more →

re-made in portugal 2010

re-made in portugal 2010

re-made in portugal 2010

A Re-made in Portugal parece cada vez mais desviada do propósito original e menos interessante. Mais arte do que design, tal como no ano passado, mas agora muito mais modesta e ainda mais fechada. As peças que me apeteceu fotografar são da mesma autora que destaquei em 2007, Alda Tomás. No fim do percurso, um lúgubre lounge/loja em um balde recolhe pingas da água da chuva e a mais vistosa das peças à venda é uma mesa em aglomerado de madeira de João Mendes Ribeiro que apesar de nova (e cara) está rachada. Talvez abrir a participação (neste momento restrita a licenciados em design, empresas e convidados da organização) a outro tipo de concorrentes e divulgar o concurso trouxesse alguma vitalidade e variedade à iniciativa? No ano em que as paletes de madeira usada foram estantes nas montras da H&M e area (para citar só duas), em que a reutilização de materiais já mais do que atingiu o mainstream do design, esperava uma edição mais viva e com espírito prático da Re-made, mas pode ser que seja para a próxima…

Peças de Alda Tomás nas imagens: Jarras decorativas (70% porcelana de refugo moída, 29% resina epoxy, 1% corante) e linha de objetos de cerâmica (50% lamas de ETAR, 30% água, 10% vidrado, 10% pasta de porcelana).

insectos em ordem

insectos em ordem

insectos em ordem

À entrada da exposição cada visitante escolhe um dos muitos insectos disponíveis (são insectos verdadeiros – baratas incluídas -, conservados numas placas transparentes que se levam na mão). A seguir, a visita consiste em escolher um percurso consoante as características desse insecto. Cada opção feita aponta para um caminho marcado no chão e cada caminho conduz a um novo momento de análise e escolha, chegando-se finalmente ao apuramento da ordem a que ele pertence. Na primeira visita cada uma pediu para ir buscar mais um insecto, e depois outro, e só viemos embora porque tinha mesmo de ser. Já regressaram com os avós e querem voltar a ir. Recomendamos vivamente (entre outras coisas, aprendi que a estranha cigarrilha que vi na serra é um Neocallicrania miegii, parente dos gafanhotos). Read more →

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