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anatomia da meia

meias portuguesas

meias portuguesas

Por volta do tempo em que os animais falavam também andava de meias feitas à mão. Em Reguengos de Monsaraz a minha mãe comprava-as às senhoras que as tricotavam e lembro-me de como eram macias por dentro dos tamancos. Fui buscar um dos pares sobreviventes para ver como eram feitas: do cano para baixo, e com uma linda espiral de k2tog na ponta do pé. Encontrei outras, de lã, também portuguesas e trazidas já não me lembro de onde, que usei como chinelos até terem ido por acidente parar à máquina de lavar. A que fiz ficou pronta entretanto.

Mais: senhora a fazer meia no nordeste transmontano (fundo da página) e uma formação para meias de cinco agulhas decorrida em Gouveia em 2003, que não me importava de ter feito (não sei se por cá já se começou a desenvolver o turismo ligado a este género de coisa, mas lá fora é uma realidade).

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tempo de antena

traje à vianesa

O Museu do Traje de Viana do Castelo está a fazer uma recolha de imagens de trajes (anteriores a 1960) para poder constituir uma Base de Dados de apoio a estudos sobre a utilização do Traje Popular Vianense. Os álbuns de fotografias de família são uma das fontes mais importantes, onde se encontram muitas vezes imagens com enorme valor documental.

Por isso pedimos a sua colaboração: reveja os seus álbuns de família. Se encontrar alguma imagem empreste-a ao Museu, onde será digitalizada e imediatamente devolvida.

Os responsáveis pela recolha estão igualmente a preparar a edição de um livro dedicado ao tema, onde as fotografias mais interessantes poderão ser publicadas (caso os proprietários autorizem).

Bisavós minhotas ou longínquas tias mascaradas, por favor encaminhem-nas para o António Medeiros e o João Alpuim:

Museu do Traje de Viana do Castelo

Email: museutraje arroba cm-viana-castelo ponto pt

Tel. 258 809 377

taleigo

taleigo

Em minha casa nunca se chamaram taleigos (palavra que suponho não se usar no norte e que aprendi aqui muito recentemente). Foram sempre só sacos do pão e de muitas outras coisas. Só tinha feito um antes, que continua a uso na mesma função, mas tenho outros que adoro, heranças de família, achados ou bem comprados, cada um com os seus imprescindíveis pompons e borlas, forros de pacotes de farinha aproveitados e minúcias que ainda não sei reproduzir.

Fiz um novo, com uma destas combinações de tecidos da Retrosaria, mesmo para o pão (há não tanto tempo quanto isso toda a gente levava um saco quando ia à padaria).

Mais taleigos e quejandos no Flickr, no blog da Alix, em Glória do Ribatejo e com um bebé dentro.

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do velho se faz novo

repro

Ao ver o post de hoje da Rita, e depois de passar na loja em causa e ver com os meus próprios olhos, não resisti a fazer uma contribução para um blog que sigo com atenção, o You thought we wouldn’t notice. O tema dá literalmente pano para mangas. Por um lado porque o plágio descarado parece ser uma constante na indústria têxtil (eu própria já o senti na pele) e, por outro, no campo do desenho de tecidos. Nos EUA (e também no Japão) há uma vigorosa indústria de produção de tecidos estampados, em grande parte estimulada pelo patchwork, que por lá tem honras de hobby nacional. Felizmente para pessoas como eu, muitos dos tecidos editados anualmente são reproduções de outros, antigos, entretanto caídos no domínio público. Algumas marcas fazem-no assumidamente, mas a maioria limita-se a re-editar assinando por baixo como seu, o que com a crescente quantidade de totós dos tecidos ligados à internet facilmente dá mau resultado. Foi o que aconteceu à designer Amy Butler, a quem no ano passado este episódio (o seu tecido é este) afectou a credibilidade ao ponto de a ter feito emitir uma espécie de comunicado muito pouco satisfatório. Os tecidos não deixam de ser bonitos, mas agora fica-se a pensar se algum será efectivamente original (e, como eu, há muito quem não vá na cantiga de que a originalidade não existe).

Nas fotos, dois entre muitos exemplos possíveis: Em cima, um tecido americano actual e o original reproduzido no magnífico livro Vintage Fabric from the States. Em baixo, um tecido americano actual (verde) e um retalho antigo (anos 30?).

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alforge

alforge artesanal

Não é que estivesse na minha lista de compras, mas apanhou-me desprevenida e não lhe resisti. É um alforge e namorou-me da montra da Loja do Mundo Rural, um dos melhores sítios de Lisboa para conhecer algum bom artesanato Português (à mistura com peças que não se percebe o que lá estão a fazer). Voltando ao alforge, acho que foi feito no Algarve (depois confirmo) e é lindíssimo (em Mértola fazem-se uns diferentes e igualmente bonitos). Para o usar é preciso prática, porque transportar peso num ombro só sem ele escorregar braço abaixo não é assim tão fácil. Pensei em pôr-lhe uma mola de forma a poder trazê-lo a tiracolo (até porque dá um bom agasalho), mas também fica óptimo sossegado em casa, no braço do sofá, nas costas de uma cadeira ou por cima de uma das portas que nunca se fecham. A E. e a A. adoram esconderijos para os livros e brinquedos…

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museu de etnologia i

tecelagem cabo verde e guiné

tecelagem cabo verde e guiné

Uma das exposições patentes no Museu de Etnologia (a Mary também viu) apresenta (a propósito do trabalho de uma artista plástica contemporânea) lindíssimos panos tradicionais de Cabo Verde e Guiné Bissau. São compostos por várias faixas estreitas tecidas em tear manual cosidas umas às outras. Parecem já ter deixado de fazer parte (ou quase) da maneira de vestir do nosso tempo, tendo provavelmente sido gradualmente substituídos a partir do século XIX (como na Europa), por tecidos decorados por estampagem (muito mais baratos e em boa parte importados). A tradição no entanto subsiste (pelo menos em parte) graças ao folclore e à procura global(izada) do que é étnico. On-line, encontra-se a Artissal (uma associação de Tecelagem tradicional que produz artigos artesanais de qualidade e promove um projecto de desenvolvimento comunitário na Guiné-Bissau) e uma página norueguesa – The Capeverdean pano – a unique handicraft – com o contacto de Henrique Sanchies, tecelão caboverdeano.

A exposição inclui ainda um conjunto de capulanas da colecção do MNE, recolhidas nos anos 90 na Guiné. A legenda chama-lhes panos legós, designação (local?) que o Google desconhece.

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feedsack

feedsack

feedsack

A minha curiosidade crescente pelo quilting tem-me levado a ler bastante sobre o assunto e a encontrar inúmeras referências aos feedsacks (sacos de farinha ou outros alimentos feitos de tecido). Nos Estados Unidos, a reutilização destes sacos foi estimulada como acto patriótico e deu origem a toda uma indústria, mas deve ter sido prática corrente até há poucas gerações em grande parte do mundo, e mais ainda em sítios onde o algodão não abundava.

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cores do mundo

boneca moçambicana

A E. teve esta boneca de presente mas eu é que tenho andado a brincar com ela sem me cansar de a admirar. Foi feita em Moçambique mesmo diante dos olhos da Carla e, apesar de parecer muito simples, dá-me uma sensação de movimento e de vida totalmente fora do vulgar. Tem um braço a segurar uma trouxinha que leva à cabeça e outro a amparar um bebé atado às costas. É deliciosa. Gosto imenso de bonecas de pano africanas (já tínhamos algumas) e de bonecas tradicionais em geral. Depois das da minha mãe, são sem dúvida as que mais me inspiram.

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colecção de chitas

chita linda

Foi mais ou menos há um ano que comecei a tentar perceber o que era feito das chitas de Alcobaça, que quando eu era pequena ainda se encontravam nos mercados. Depois de me fazerem cara feia nalgumas lojas de tecidos ao perguntar por elas (parecia mal pedir chita numa loja chique e nas outras diziam-me que já não se produzia tal coisa) comecei a encontrá-las. Pelo caminho aprendi que no Brasil também existem e comecei a juntar todos os pedacinhos de chitas antigas que encontrava, como esta. Acho que vou mesmo começar uma colecção.

Não são de chita mas também são lindos: lenços portugueses.

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