quase

postal de natal

Os nossos postais de Natal (este é um dos meus) estão quase quase prontos. Queríamos tê-los acabado já na sexta-feira passada mas, para ficarem mesmo bem feitos, precisaram de cozinhar em lume brando. Amanhã por esta hora estarão na loja, aqui, aqui e aqui. Estou ansiosa!

fatias de dia

hilda e ana

Dantes não sabia gerir dias às fatias. Ou tinha pela frente tempo a perder de vista para dedicar a qualquer coisa ou ficava à espera, a pensar que aquela meia hora ou dez minutos ou duas horas já não iam dar para nada. Estou a repetir-me, já escrevi quase isto mesmo há não assim tanto tempo: foi com o nascimento da E. que aprendi a gerir o tempo. Agora, por outro lado, tenho dias que parecem altíssimas e periclitantes sanduíches de desenho animado, mas prefiro assim. Gosto de pensar em coisas novas todos os dias e de, ao olhar para agenda, ver que a Segunda foi diferente de Terça e a Terça foi diferente de Quarta…

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chuva

Não se pode ter sol na feira e chuva no quintal…

Para os feirantes é uma pena, mas pelo menos consegui convencer a organização a adiar o evento para um Sábado, que em princípio será o de 2 de Abril. Tomara que nesse dia o céu esteja azul e que quem tinha decidido vir hoje não perca a vontade até lá.

Papéis por todo o lado: Outra amiga ilustradora, a Ana Ventura, com um blog a estrear.

chuva

daniel tricot

Ilustração do Daniel Lima no Público de hoje (dia mesmo bom para fazer tricot). Talvez o Daniel (que ainda não tem um site que lhe faça justiça) se tenha lembrado de nós ao fazê-la.

The Perception Laboratory’s Face Transformer: encontrei aqui e não resisti a experimentar também.

Acrescentados à minha wishlist: All About Scabs (para a E.) e Blog : Understanding the Information Reformation That’s Changing Your World (para mim).

salão lisboa

desenhar

Fomos finalmente ver a Ilustração Portuguesa 2004. A E. adorou o andar de cima, com a sala forrada a quadro da escola e as mesas com lápis e canetas para desenhar (grande ideia). Tive pena que a exposição de gravuras do José Guadalupe Posada fosse de provas actuais (ainda que não dissesse em lado nenhum) e não de impressões da época.

A maior surpresa foi este livro de pano da portuguesa Rosa Baptista.

Quando fomos à exposição do ano passado a E. ainda andava no baby bjõrn.

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