tile designs from portugal

azulejos

azulejos

Tile Designs from Portugal é um livro (+cd) editado recentemente pela Pepin Press (em Lisboa vende-se por exemplo aqui) de cuja existência soube através da Sónia Sapinho. Com a minha predilecção pelo tema, fui a correr comprá-lo. A primeira reacção que tive foi pensar que devia ter sido alguém cá a pensar nisto primeiro, mas foi um nosso vizinho. O livro inventaria uma série de padrões de azulejos (sobretudo azulejo semi-industrial e industrial do século XIX). Inclui uma série de fotografias sem grande qualidade nem interesse mas introduz a novidade de apresentar noventa e nove padrões redesenhados no computador, em formato vectorial. Para mim, que vivo em Lisboa e rodeada deles, que estou habituada a vê-los mudar de cor consoante a luz, desirmanados, cobertos de pó, chuva ou graffiti, nesta versão digital vejo padrões magníficos mas não vejo azulejos. Ainda assim, o livro é interessante e tem uma excelente introdução histórica do director do Museu do Azulejo, Paulo Henriques, apresentada em oito (!) línguas, o que o torna um bom presente para amigos estrangeiros (ou, a julgar pela reacção da A., para bebés de um ano fascinados por desenhos hipnóticos).

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no mary

mary

A Úrsula ao leme (que o Petzi está do outro lado da folha), o Pingo na cabine, o Almirante (como sempre) a dormir e o Riki melhor do que eu o conseguiria desenhar, de memória e enquanto a irmã tomava banho. A Verbo não se decide a reeditar os livros do Petzi, mas cá em casa continuam a ser os preferidos.

no papel

william blake's inn

Já tinha deixado aqui alguns quilts de livros de histórias, mas este, do lindíssimo A Visit to William Blake’s Inn, é o meu preferido do momento. As ilustrações são de Alice e Martin Provensen, de quem tenho outras preciosidades mas apetece conhecer a obra toda.

Outros com as cores que me chamam neste momento: este (via Rita) e este.

Lindas caixas para lindas jóias, da Margarida e da Vera.

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quilted planet

Quilted Planet

Comprei recentemente o livro Quilted Planet: A Sourcebook of Quilts from Around the World. Não foi nada barato, mas valeu a pena. Como o nome indica, é uma espécie de história mundial dos quilts, aliás colchas, organizada por regiões e profusamente ilustrada. Não sendo uma obra científica, inclui uma boa bibliografia e apresenta bastante informação acerca de cada um dos temas e regiões abordados.

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cose-me

Softies: Simple Instructions for 25 Plush Pals

sew it

Softies: Simple Instructions for 25 Plush Pals

Já tenho o meu exemplar do livro Softies: Simple Instructions for 25 Plush Pals. Participei nele com um dos meus bonecos que mais elogios receberam mas de que fiz muito poucos exemplares (os outros dois são este e este). Agora qualquer pessoa pode fazer um a partir dos moldes que o livro traz (nem é preciso ter máquina de costura, porque é todo cosido à mão), e vai ser divertido vê-los aparecer no grupo que para esse efeito a editora do livro (Therese Laskey) criou no Flickr. Há alguns meses foi publicado o outro livro no género em que entrei: Plush-o-Rama: Curious Creatures for Immature Adults

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notas soltas

O dia de Simone

Não leio muitos livros de puericultura. Li o Spock de fio a pavio durante a primeira gravidez, os incontornáveis Touchpoints e um manual bem humorado sobre toddlers. Sobre um dos assuntos que mais tinta faz correr ficámo-nos por este, que é genial. Em Português (ou estava em Castelhano?) li este, que não me convenceu.

Estou a ler o The Good Behaviour Book. Não porque ache que a E. podia ser mais bem comportada mas porque senti uma quebra na minha tolerância e capacidade de a confrontar sempre (tão sempre como possível) pelo lado positivo. Aconteceu durante a gravidez e estava a acentuar-se. O livro, escrito pelo famoso (por cá pouco) William Sears, é bem feito e útil e foi o seu autor quem cunhou as expressões attachment parenting e babywearing.

Os meus posts sobre escolhas (enquanto mãe) suscitam sempre o uso da palavra fundamentalista em algum comentário. Não sou (cá em casa até há uma Cinderela maneta e uma Barbie). É ingénuo associar criança e liberdade de escolha quando se fala de desenhos animados, brinquedos ou comida e de crianças pequenas (a minha mais velha tem 4 anos). A criança vê, quer e escolhe dentro do que lhe é apresentado. Muitas fazem a sua escolha apenas dentro do que o canal de televisão e a cadeia de supermercados escolheram para elas. É perigoso confundir isso com liberdade, porque se trata exactamente do contrário.

Enquanto pais e mães passamos o dia (a vida) a fazer escolhas. Muitas não são fáceis. Escolher menos não é dar mais liberdade e é muitas vezes a maneira mais fácil de justificar a ausência das regras que tivemos receio de impor. Eles vão pedir-nos explicações na mesma.

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