lisboa

ainda quase não li os jornais. não sei bem que filmes estão ou deixam de estar em cartaz. nem sei o que disseram os críticos (só sei que o francisco disse bem do planet of the apes). mas hoje fui ver um Filme. fui apanhada de surpresa. emocionei-me. sobretudo depois dos livros e dos discos e das máquinas de flippers do lixo de NY.

lisboa

lisboa, sim. bicas e português suave. calor e silêncio (com excepção dos gritos de “gooooolo” que ontem se ouviam lá fora. fim-de-semana demasiado caseiro. uma das malas ainda na sala. testo o gravador de cds e afio os lápis de côr. entretanto, respira doido.

já em lisboa

continuo a funcionar pelo relógio de ny. as malas, abertas, ainda no meio da sala. por aqui tudo na mesma, ou quase.

vontade de regressar o mais rápido possível.

ny

ainda em ny, mas nao por muito mais tempo. estou no jfk, numa maquineta estranha que da quartos de hora de internet a borla.

a maratona lomografica ontem foi uma delicia. obrigou-me a percorrer de novo a cidade de alto a baixo, e ainda me fez passar por sitios que nao conhecia.

portugal. ai.

last days

a cooper union estava fechada, mas por aqui nunca faltam alternativas.

regresso ao soHo e a chinatown durante a tarde de ontem. exp. da louise bourgeois (com artista japonesa para mim desconhecida e desinteressante) seguida de ras e tartarugas, vivas e freneticas, a espera de serem servidas ao jantar. incrivel sucursal da pearl river (melhor das melhores lojas chinesas) e vegetable dumplings soup @ mee‘s.

o tempo esta bom outra vez. a luz parece ideal para os Lomographic Sampling Games 2001 que vao ocupar a minha ultima tarde na grande maca (com cedilha e til, entenda-se).

lixo

lixo do dia (apanhado):

maçaneta de vidro desaparafusada de porta abandonada graças ao pronto auxílio de trolha hispânico (“need a screwdriver?”)

jersey city, near montgomery st.

lixo do dia (não apanhado):

parte de cima de máquina de flippers dos early eighties em madeira com super heroína da selva pintada a vermelho e laranja (na horizontal daria uma coffee-table ultra fixe).

…e agora vou à cooper union.

tonic

diariotonic.jpg

aproveitar cada segundo.

o tonic é um sítio bestial. calmo, amplo e escuro que chegue, ar condicionado (claro), e boa música (ao vivo). duas cervejas e dois desenhos com o meu pincel japonês da kinokuniya.

na porta ao lado, uma livraria-discoteca underground. sigam o linque.

SVA summer 2001

passei a manhã a empacotar a minha tralha. consegui pôr tudo nas malas que trazia, mas se não tivesse ajuda para chegar ao aeroporto estava bem tramada com o peso e o volume da bagagem. já estava afeiçoada ao meu quartinho de jersey city com vista de esguelha para manhattan. restam-me a noite de hoje (devo ir ao tonic, de que muito tenho ouvido falar), sexta, sábado e a manhã de domingo. ando pelas ruas estilo esponja, a absorver tudo o que me rodeia. ny agora é uma espécie de tatuagem. já não me sai da pele, mesmo que a lusa pasmaceira consiga turvar-me a memória.

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