Quadrados - arquivo

azul

azul

Um dos meus pormenores preferidos em muitas drogarias antigas são as coisas penduradas. Na loja azul em que entrei hoje o contraste entre o tecto azul e os regadores e baldes de plástico às cores deixou-me boquiaberta.

Aos poucos vou reunindo as coisas de que preciso e as que se cruzam no meu caminho e vêm mesmo a calhar, como uma antiga dobadoura que encontrei hoje. Ainda estou à procura (preciso de uma mesa ou de um armário pequeno, queria um daqueles bancos compridos de sentar em frente à lareira, uma dúzia de cadeiras e quanto mais gavetões conseguir encontrar, melhor). Qualquer sugestão de sítio onde espreitar (feira de velharias, armazém nos arredores ou loja da vizinha que vai fechar) é muito bem vinda.

mosaico ♥

chão de amigos

chão

Dois dos mais recentes cromos da minha colecção (os de cima são da casa de uns amigos sortudos). Às vezes atrasam-me no caminho, mas nunca lhes resisto quando espreitam atrás de uma porta entreaberta.

setúbal

adega dos garrafões

chão

Em Setúbal, antes da chuva: passeio, almoço na invulgarmente bonita Adega dos Garrafões e visita ao Museu do Trabalho Michel Giacometti.

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de sandálias

Hoje estou por aqui.

obrigada

chão

A quantidade de mensagens, comentários, tweets e posts em muitos blogs a propósito deste caso tem sido comovente e o ponto alto desta semana. A situação mantém-se inalterada, e confirma-se que a Oilily está em risco de falir (karma?) e também que os bonecos continuam à venda nas lojas como se nada se passasse (como seria se fosse uma empresa portuguesa a plagiar um designer holandês?).

Os próximos dias (com a Páscoa pelo meio) serão para tudo o que ficou para trás entretanto: pôr tecidos novos na Retrosaria, algumas ideias no papel e, depois deste desgaste intensivo, respirar fundo.

Obrigada!

caminho

chão de são paulo

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?

A chuva não tem ajudado a minha busca, mas hoje pude dar um bom passeio. O cenário, bastante deprimente, é o mesmo praticamente por toda a parte: Rua de São Paulo fora são mais as lojas fechadas do que as de porta aberta. Desapareceram o correeiro junto ao elevador da Bica, a casa que vendia ceroulas e camisolas interiores, as padarias mais bonitas e várias das lojas de materiais de construção e ferramentas. As que se mantêm definham, como a do magnífico mosaico da primeira fotografia, vazias e esmagadas por prédios decadentes, apesar de estarem numa zona que, a dois passos do rio e com aquele casario, podia (poderá ainda?) ser uma das mais agradáveis de Lisboa.

A tarefa de escolher os nomeados para o concurso de imagens deste ano está tão complicada que a vou adiar mais um dia. É fácil ver porquê se se espreitar aqui, aqui e aqui também.

coding

mosaico 1 de 2009

Klederdracht

Esta semana vai ser passada de volta da Retrosaria, a ver se o novo site ainda vê a luz do dia antes de sexta-feira. Está a ser um excelente desafio, bom para exercitar o meu gosto por programação que estava adormecido há demasiado tempo. Ainda tenho muitas pontas soltas e noitadas por fazer, mas estou muito entusiasmada. Entretanto já estão disponíveis os livros de figurinos e patchwork de que várias pessoas estavam à espera.

A imagem de cima é de mais um mosaico para a minha colecção e a de baixo (Klederdracht) é quase demasiado deliciosa para ser verdade.

in & out

2d m_h

Uns anos depois de algumas congéneres do país vizinho fazerem o mesmo (Bershka, Pull&Bear, etc.), a portuguesa Lanidor aderiu ao look mosaico hidráulico como adereço da sua colecção para este Inverno. Certamente mais porque os padrões vistosos são aparentemente uma tendência do que por amor ao material, mas sabe bem ver. Talvez alguém repare que na entrada do prédio tem a mesma coisa em 3D e decida preservá-la.

picoas

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manhãs

são pedro de alcântara

sapateiro

Da semana que passou.

Portugal visto de fora:

Bordado [da] Madeira e Saudades.

recuperarte

by recuperarte

by recuperarte

Em Alfama, a passear, reparámos neles. Azulejos de stencil em remendos de cimento, feitos com imensa paciência (aliás com amor), a falar mais alto (e sobretudo mais bonito) do que o projecto oficial, que parece preocupar-se apenas com aquilo a que chama azulejos artísticos (enquanto os nossos de todos os dias vão parar aos contentores e à feira da ladra). A autora (é uma ela) tem um flickr. Espero que continue.