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pátio das parreiras

pátio das parreiras

A repérage foi feita pela minha mãe: é o Pátio das Parreiras, tão perto aqui de casa mas tão escondido que nunca tinha dado por ele. Não fomos nós que estendemos lá ao fundo a toalha aos quadradinhos verdes, nem pendurámos aquela roupa a condizer no estendal, mas até parece. Um cenário mais minimal ou luxuoso faria sobressair mais a manta, mas é este, uns quarteirões abaixo de onde ela foi cosida nas últimas semanas, que mais condiz com ela. Está aqui e vai estar na loja para quem a quiser ver de perto. Read more →

dos trapos

manta da natália

manta da natália

Tive o prazer de partilhar com a Diane o momento em que de uma velha arca saiu esta manta estrelada (e deixo-lhe a tarefa de a mostrar melhor um destes dias). Não sabemos quando nem por quem foi feita, mas os tecidos não terão menos de cem anos. Não tem recheio nem é acolchoada, e o método com que foi feita não é nenhum dos que vêm nos livros estrangeiros. Ver uma peça assim reforça a minha ideia de que não faz grande sentido usarmos tantas vezes o vocabulário do quilting norteamericano para falar das nossas mantas de retalhos e que era muito mais interessante, por exemplo, descobrirmos se por cá este motivo de estrelas () tem nome. A Natália, que herdou esta manta (e que aparece a fiar no post anterior), chama-lhes simplesmente mantas de trapo. Foi nela que a sua filha se inspirou para fazer esta outra e a Diane trouxe-a emprestada para nos inspirar também a nós. Read more →

◲◲

◲◲

Que saudades de coser pedacinhos de tecido. Acabei em Outubro a minha última manta e já me faz falta outra para ir acolchoando aos serões. Esta, que ainda está mesmo no início, estou a fazê-la com uma grande variedade de tecidos, alguns dos quais estavam guardados há anos à espera do projecto certo. O motivo dos blocos chama-se em Inglês half log cabin (uma variante dentro do grupo das almazuelas) e experimentei-o pela primeira vez aqui. Novidade é a máquina que estou a usar: Read more →

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