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Esta manhã estive a preparar estes rolinhos de retalhos para a Retrosaria. Juntei às sobras outros pedaços e acabei com um monte de quadradinhos, rapidamente transformados em mais um saco (feito a pensar no desta fotografia). Combinar tecidos africanos não é tarefa fácil. Uma das maneiras mais eficazes é usar retalhos muito grandes (como fiz neste quilt) e outra é cortá-los em pedacinhos tão pequenos que desfaçam os padrões e diminuam os contrastes.

Sobre os sacos, estava para publicar aqui as instruções para os fazer, mas descobri entretanto umas muito bem feitas para uns parecidos, de modo que não vale a pena. Estão aqui: Reversible patchwork bag. Tenho um rolinho destes a mais para sortear entre os comentadores deste post. Basta que me contem quando e como vieram parar pela primeira vez à Ervilha Cor de Rosa. Obrigada e boa sorte!

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walking foot

walking foot

Os meus quilts preferidos foram acolchoados à mão. Por um lado porque é incomparavelmente mais bonito e por outro porque a minha máquina, como outra máquina de costura banal qualquer, não permite fazer o quilting mesmo bem feito por não puxar à mesma velocidade os dois lados da sanduíche de batting. Já sabia que a solução seria ter uma máquina com um walking foot – um pé calcador com uma geringonça acoplada que o faz dar passos sobre o tecido em vez de o pisar continuamente. Conhecia os desta página mas nunca arrisquei comprar um porque estava convencida de que não serviriam. Felizmente a Marta resolveu vender o dela e eu fui a tempo de o comprar. Não só funciona como já não percebo como pude viver sem ele tanto tempo. Recomendo vivamente.

O tecido na fotografia é o Patchwork promenade, acabado de chegar à Retrosaria. Apetece-me forrar um sofá com ele.

quase 2

cucu tapa-tapa

A dias dos dois anos, num cenário habitual cá em casa, debaixo do tapa-tapa preferido, porque é o que tem bicicletas e bailarinas. Gosta de puzzles, de cantar, de trepar, da toupeirinha e, acima de tudo, da irmã. Ordena as palavras nas frases à maneira dela e ainda mete onomatopeias pelo meio, mas faz-se entender cada vez melhor. Deixou mesmo as fraldas (ainda lhas ponho para dormir, por segurança) e detesta aspiradores e demais coisas que ronquem muito alto.

fazer

what's quilting

what's knitting

Dois projectos em curso:

Um novo quilt para juntar a estes. Alguns dos tecidos estavam escolhidos há meses, mas o conjunto só tomou forma quando lhes juntei dois que acabam de chegar à Retrosaria e outro que foi dos primeiros que por lá passaram. Deixei a meio um que ainda não mostrei aqui, cujo padrão tirei de um dos meus azulejos preferidos. Logo há-de chegar o tempo dele.

Na segunda fotografia está este xaile, já mais crescido mas ainda longe do fim (a lã é uma das minhas Trekking xxl e o figurino chama-se Forest Canopy shawl). Se tudo correr bem há-de ficar parecido com este. Ao lado está o catálogo da Boden, que só lamento não ter conhecido há mais tempo ().

malhas e pontos

barcode

Tenho nas agulhas um terço de xaile (ravelry) e uma meia hiper-colorida meia feita (ravelry), mas também me está a apetecer voltar aos quilts. Desde que vi este, tão simples quanto bonito, que me apetece uma combinação de cores assim meio delicodoce. Esta da fotografia, com tecidos da Retrosaria, é uma boa hipótese.

♥:

Zig zag mini quilt, de Malka Dubrawsky.

Vintage quilt.

Quilt detail

…e as mini-alcofas da Inês. Consta-me que vai haver uma série muito limitada para vender. De certeza que esgotam num ápice!

mini

mini quilt

Outro mini quilt. Como o anterior, nasceu de muitas horas passadas a olhar para os de Gee’s Bend (neste livro), mais precisamente para um da autoria de Jessie T. Pettway. Os tecidos que usei têm cores mais saturadas do que os que escolho habitualmente, e podiam ser de vestidos dos anos 70. Como cresceu o suficiente para tapar um bebé pequenino, talvez o ponha na loja, ainda não decidi.

Outros de que tenho gostado:

Spinning Wheels, quilt e PA Blocks and bars quilt, todos no blog Reference Library.

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