avesso

[ ][ ][ ]

Não resisti a experimentar esta combinação de tecidos, que é tão feliz como prometia e merece ser experimentada em grande num quilt a lembrar este outro da Jane.

Patchwork mais do que patchwork:

Abby Rogers to her grand-daughter: descoberto por acaso nas horas a mais passadas em arquivos digitais.

Ode à la Bièvre, um dos livros de pano de Louise Bourgeois.

Eduardo Nery, que não experimentou com retalhos (que eu saiba) mas bem podia.

<><><>

quilt by Rosa Pomar

patchwork quilt by rosa pomar

Era para ter sido acolchoado à máquina e posto na loja mas acabei por o fazer à mão e claro que pelo caminho perdi a coragem de me desfazer dele. Foi directamente inspirado por este. Não sei como se chama o padrão, mas recentemente a Mary (vasculhadora-mor dos arquivos digitais de aquém e além-mar) mostrou-me este outro exemplar, saído de uma colecção de fazer perder o fôlego ( ).

As fotografias dele aberto ficam para quando o levar a passear ou houver luz que chegue.

Read more →

no papel

william blake's inn

Já tinha deixado aqui alguns quilts de livros de histórias, mas este, do lindíssimo A Visit to William Blake’s Inn, é o meu preferido do momento. As ilustrações são de Alice e Martin Provensen, de quem tenho outras preciosidades mas apetece conhecer a obra toda.

Outros com as cores que me chamam neste momento: este (via Rita) e este.

Lindas caixas para lindas jóias, da Margarida e da Vera.

Read more →

quilts in the sun

quilts in the sun

Kaffe Fassett’s Quilts in the Sun é o novo livro de Kaffe Fassett, guru do patchwork e domador das combinações improváveis de cores. Não sendo o livro que eu recomendaria a quem fosse escolher um só do autor, este tem a particularidade de ter sido todo fotografado em Portugal. Encontrar por acaso o Kaffe Fassett de quilt aos ombros numa rua de Lisboa ou do Porto haveria de ter sido memorável, mas só soube que ele por cá tinha andado já o livro estava no prelo. Para já não deve ter audiência que justifique vir a Lisboa dar as suas aulas e palestras, mas quem o viu ao vivo (como a Jane e a Kay) garante que vale a pena. Não duvido.

Read more →