Jan
28

Em resposta aos comentários ao post anterior, aqui vai a história de como os piolhos entraram cá em casa e saíram rapidamente:
Há cerca de três anos, era a A. ainda muito pequenina, a E. trouxe piolhos da escola e, antes de conseguirmos dar por isso, partilhou-os com o resto da família. Para mim foi a constatação de que afinal não acontece só aos outros e que (ao contrário do que se diz num dos comentários) as cabeças lavadinhas são tão apetecíveis para estes artrópodes nojentos como as outras. Corri à farmácia para comprar um champô próprio e garantiram-me que o mesmo podia ser usado por lactantes. As instruções da embalagem diziam o contrário, pelo que se impunha encontrar uma alternativa sem insecticidas. Continuar a ler »
Nov
08


Uma brincadeira a provar que de quase tudo se pode fazer um candeeiro (♥).
Materiais:
A parte de cima de uma capa de garrafão de 5l em plástico
Uma tampa de uma embalagem de skip líquido
Uma tampa de um iogurte líquido
Um casquilho para lâmpada pequena (dos que têm uma rosca para ajustar)
Um pedaço de fio eléctrico (onde é que se pode comprar fio eléctrico translúcido e de cores?)
Uma ficha
Uma lâmpada económica Continuar a ler »
Aug
26



A A. vai pela primeira vez para o infantário dentro de dias e a um mês dos três anos. Por muito que precise do tempo e que ache que é a altura certa, boa parte de mim não está preparada para a ter longe tantas horas. O material pedido pela escola é pouco e faço questão de o reunir sem compras: o primeiro item da lista (um babete de enfiar pela cabeça) fi-lo com uma t-shirt velha. A ideia de certeza que não é nova e parece-me boa. Limitei-me a cortar a t-shirt do feitio certo e, para ter a certeza de que não desfia demais, a percorrer a orla com um zigue-zague feito com ajuda do precioso walking foot. Continuar a ler »
Sep
29

Com parte do tomate de ontem fizemos cinco frascos de compota. Não segui nenhuma receita à risca, mas andei a ver várias (procurei compota de tomate e tomato jam no google) e fiz assim:
Mais ou menos dois quilos de tomate sem pele,
gengibre fresco ralado (umas quatro colheres de chá),
açúcar branco (mais ou menos 800gr),
sumo de um limão grande e de uma lima
(também ia pôr cravinho mas não havia),
tudo em lume branco durante duas horas. Ficou bem boa.
Comida? 1996 McDonalds Hamburger, link da Marta.
Aug
20

Depois deste post algumas pessoas pediram que fizesse porta-chaves para a loja mas, como não é provável que venha a ter tempo para eles, fica a receita (muito muito fácil). Os materiais são: vinte e poucos centímetros de galão e de cinto de algodão e uma ferragem fácil de encontrar nas retrosarias.
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Jun
07

De collants a calções, num instante (ficam mais resistentes se forem cortados com uma tesoura denteada).
Feb
18

é a galega. De preferência na sopa.
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Jun
26

Aprendemos a fazê-las um destes dias, enquanto a E. se refastelava com o almoço de um amigo. São uma espécie de gnocchi caboverdeanos (corrige-me, Mariana, se estiver errada) e facílimas de fazer. Ainda por cima, uma criança de três anos enrola feliz e contente um monte delas enquanto se prepara o resto do jantar.
Cozêmo-las num guisado de muitos legumes temperado à indiana (como a E. gosta), mas podem ser cozinhadas noutra comida qualquer com bastante caldo ou só em água.
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May
15

Favas (uma grávida pensa mais em comida que o comum dos mortais?): São uma das minhas comidas predilectas mas só como os meus pais as fazem, com muito menos carne e ingredientes em geral do que qualquer uma das receitas que encontrei on-line (que são muitas, diferentes e em várias línguas – japonês incluído) e mais fáceis de preparar do que um ovo mexido.
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Feb
24

ou os tácitos protocolos dos infantários:
Depois de me terem dito que os meninos pequeninos não iam mascarados para a escola esta manhã encontrei três Noddys na sala da E. Esta coisa das máscaras na escola soa-me sempre a competição velada entre os pais. Um dos Noddys tinha carro e tudo. Como pressenti que corria o risco de ser a única sem acessórios carnavalescos, a E. levou uma coroa que fizemos as duas ontem à tarde e pronto. Nada de cetins brilhantes made in China. Cortei uma tira de alcatifa, cosi-lhe botões e juntei as extremidades. Depois lembrei-me que também podia tê-la pintado, mas ela gostou assim.
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