gorro de bucos

a+bucos

bucos

Um gorro para adulto ou criança de lã de Bucos que se faz num serão. É feito pelo avesso, em liga, como manda a técnica portuguesa:

Materiais:

80g de Bucos (100% lã) cor mescla
Conjunto de 5 agulhas 6mm
Uma agulha de coser malhas (para os remates)
Uma marca

Execução:

Montar 76 malhas distribuídas pelas 4 agulhas (19 malhas em cada agulha). Introduzir uma marca na agulha da mão direita, para assinalar o início/fim das voltas.
Trabalhar 12 voltas em canelado (2 malhas de liga, 2 malhas de meia).
Trabalhar 17 voltas em liga.

Confirmar o número de malhas em cada agulha (19) e redistribuí-las se necessário.
*Trabalhar todas as malhas da agulha da mão esquerda com excepção das duas últimas. Trabalhar juntas as duas últimas malhas da agulha da mão esquerda e passar a malha resultante para a agulha que ficou livre, que é agora a nova agulha da mão direita.* A marca pode agora ser retirada das agulhas.
Repetir de * a * até sobrarem apenas duas malhas em cada agulha.
Cortar o fio deixando um comprimento de cerca de 20cm e, com a agulha de coser malhas, passar o fio por dentro das 8 malhas restantes, puxando-o de forma a fechar o trabalho.
Rematar as pontas de fio, passando-as sob as malhas do avesso do trabalho.

A simple beanie hat made with Bucos using the portuguese knitting method (circular knitting is always purled, with the wrong side facing the knitter):

80g Bucos (100% wool) mescla
Set of 6mm double pointed needles
Marker
Tapestry needle

Cast on 76 stitches and join in the round. Place a marker to indicate the beginning of the round.
Work 12 rounds of ribbing (*Purl 2 Knit 2*).
Purl 17 rounds.
Make sure you have 19 stitches on each needle. Remove the marker.
*Purl all but the two last stitches on the left hand needle. P2TOG and slip resulting stitch to the new right hand needle*. Repeat from * until only 8 stitches remain. Break yarn and, using the tapestry needle, thread through the remaining stitches. Pull tight to close. Weave in yarn ends.

dar cor

dyeing

dyeing

Por causa das novas lãs para meias que chegaram à Retrosaria, apeteceu-me fazer mais algumas experiências de tinturaria. Usei um processo diferente desta vez, que aqui deixo em formato de receita:

Ingredientes:

Uma meada de Beiroa branca novelada
Tintas próprias para tingir lã (eu uso da Jacquard mas também se pode experimentar com tinta Raposa) ou corante alimentar
Vinagre branco do mais barato
Seringas de plástico de 50ml
Luvas de látex e avental
Um recipiente que possa ir ao micro-ondas (eu uso um pyrex)
Forno micro-ondas

Execução: Read more →

líquenes

liquen

beiroa com liquen

Na Gralheira o chão estava coberto de líquenes. Colhemos um saco deles, mesmo sem saber se seriam os mais indicados para tingir. À noite secaram junto à lareira e no dia seguinte, já em Lisboa, pu-los num tacho com água e deixei ferver uns minutos. Pareceu-me que a água não mudava de cor e achei que a experiência não ia resultar, mas juntei-lhes uma meada de Beiroa e deixei cozer em lume muito brando durante cerca de uma hora. Passado este tempo a lã tinha ganho uma cor dourada muito bonita. Não foi preciso juntar vinagre nem nenhum dos mordentes que muitos pigmentos naturais exigem para se fixar à lã.

É mais um tema que apetece estudar e experimentar. Algumas pistas de leitura: Read more →

dar cor

dar cor

dar cor

Continuo a fazer experiências de tinturaria com a Beiroa. De uma cor passei para as duas, e depois para mais ainda. A ideia é conseguir que as meadas sejam bonitas mas que não tenham aquele efeito (ou defeito?) de serem ainda mais bonitas do que o fio depois de trabalhado (quem faz muito tricot sabe do que estou a falar). Esta meada foi levada pela Ana Paula, que se ofereceu para a experimentar e me trouxe hoje o resultado: uma gola decorada com um ponto ajourado muito bonito e simples de fazer:

Carreiras ímpares:
*Primeira, terceira e quinta carreiras: 7 malhas de liga, uma laçada, resto das malhas em liga.
Sétima carreira: matar sete malhas e trabalhar as restantes em liga.
Carreiras pares: liga.*
Repetir de * a * até ao fim da meada. Read more →

receita

:)

:)

Ingredientes: camisolas interiores de algodão (novas ou usadas), canetas de feltro próprias para tecido, cartão rectangular para pôr dentro das camisolas ou bastidores para manter o tecido esticado.

Execução: desenhar a gosto. Passar a ferro no fim para fixar as cores.

Pediculus humanus capitis

piolhos

Em resposta aos comentários ao post anterior, aqui vai a história de como os piolhos entraram cá em casa e saíram rapidamente:
Há cerca de três anos, era a A. ainda muito pequenina, a E. trouxe piolhos da escola e, antes de conseguirmos dar por isso, partilhou-os com o resto da família. Para mim foi a constatação de que afinal não acontece só aos outros e que (ao contrário do que se diz num dos comentários) as cabeças lavadinhas são tão apetecíveis para estes artrópodes nojentos como as outras. Corri à farmácia para comprar um champô próprio e garantiram-me que o mesmo podia ser usado por lactantes. As instruções da embalagem diziam o contrário, pelo que se impunha encontrar uma alternativa sem insecticidas. Read more →

luz

tintoluminator

tintoluminator

Uma brincadeira a provar que de quase tudo se pode fazer um candeeiro ().

Materiais:
A parte de cima de uma capa de garrafão de 5l em plástico
Uma tampa de uma embalagem de skip líquido
Uma tampa de um iogurte líquido
Um casquilho para lâmpada pequena (dos que têm uma rosca para ajustar)
Um pedaço de fio eléctrico (onde é que se pode comprar fio eléctrico translúcido e de cores?)
Uma ficha
Uma lâmpada económica Read more →

en récup

linda

en récup

en récup

A A. vai pela primeira vez para o infantário dentro de dias e a um mês dos três anos. Por muito que precise do tempo e que ache que é a altura certa, boa parte de mim não está preparada para a ter longe tantas horas. O material pedido pela escola é pouco e faço questão de o reunir sem compras: o primeiro item da lista (um babete de enfiar pela cabeça) fi-lo com uma t-shirt velha. A ideia de certeza que não é nova e parece-me boa. Limitei-me a cortar a t-shirt do feitio certo e, para ter a certeza de que não desfia demais, a percorrer a orla com um zigue-zague feito com ajuda do precioso walking foot. Read more →

Page 2 of 41234