dar cor

dyeing

dyeing

Por causa das novas lãs para meias que chegaram à Retrosaria, apeteceu-me fazer mais algumas experiências de tinturaria. Usei um processo diferente desta vez, que aqui deixo em formato de receita:

Ingredientes:

Uma meada de Beiroa branca novelada
Tintas próprias para tingir lã (eu uso da Jacquard mas também se pode experimentar com tinta Raposa) ou corante alimentar
Vinagre branco do mais barato
Seringas de plástico de 50ml
Luvas de látex e avental
Um recipiente que possa ir ao micro-ondas (eu uso um pyrex)
Forno micro-ondas

Execução: Read more →

líquenes

liquen

beiroa com liquen

Na Gralheira o chão estava coberto de líquenes. Colhemos um saco deles, mesmo sem saber se seriam os mais indicados para tingir. À noite secaram junto à lareira e no dia seguinte, já em Lisboa, pu-los num tacho com água e deixei ferver uns minutos. Pareceu-me que a água não mudava de cor e achei que a experiência não ia resultar, mas juntei-lhes uma meada de Beiroa e deixei cozer em lume muito brando durante cerca de uma hora. Passado este tempo a lã tinha ganho uma cor dourada muito bonita. Não foi preciso juntar vinagre nem nenhum dos mordentes que muitos pigmentos naturais exigem para se fixar à lã.

É mais um tema que apetece estudar e experimentar. Algumas pistas de leitura: Read more →

dar cor

dar cor

dar cor

Continuo a fazer experiências de tinturaria com a Beiroa. De uma cor passei para as duas, e depois para mais ainda. A ideia é conseguir que as meadas sejam bonitas mas que não tenham aquele efeito (ou defeito?) de serem ainda mais bonitas do que o fio depois de trabalhado (quem faz muito tricot sabe do que estou a falar). Esta meada foi levada pela Ana Paula, que se ofereceu para a experimentar e me trouxe hoje o resultado: uma gola decorada com um ponto ajourado muito bonito e simples de fazer:

Carreiras ímpares:
*Primeira, terceira e quinta carreiras: 7 malhas de liga, uma laçada, resto das malhas em liga.
Sétima carreira: matar sete malhas e trabalhar as restantes em liga.
Carreiras pares: liga.*
Repetir de * a * até ao fim da meada. Read more →

receita

:)

:)

Ingredientes: camisolas interiores de algodão (novas ou usadas), canetas de feltro próprias para tecido, cartão rectangular para pôr dentro das camisolas ou bastidores para manter o tecido esticado.

Execução: desenhar a gosto. Passar a ferro no fim para fixar as cores.

Pediculus humanus capitis

piolhos

Em resposta aos comentários ao post anterior, aqui vai a história de como os piolhos entraram cá em casa e saíram rapidamente:
Há cerca de três anos, era a A. ainda muito pequenina, a E. trouxe piolhos da escola e, antes de conseguirmos dar por isso, partilhou-os com o resto da família. Para mim foi a constatação de que afinal não acontece só aos outros e que (ao contrário do que se diz num dos comentários) as cabeças lavadinhas são tão apetecíveis para estes artrópodes nojentos como as outras. Corri à farmácia para comprar um champô próprio e garantiram-me que o mesmo podia ser usado por lactantes. As instruções da embalagem diziam o contrário, pelo que se impunha encontrar uma alternativa sem insecticidas. Read more →

luz

tintoluminator

tintoluminator

Uma brincadeira a provar que de quase tudo se pode fazer um candeeiro ().

Materiais:
A parte de cima de uma capa de garrafão de 5l em plástico
Uma tampa de uma embalagem de skip líquido
Uma tampa de um iogurte líquido
Um casquilho para lâmpada pequena (dos que têm uma rosca para ajustar)
Um pedaço de fio eléctrico (onde é que se pode comprar fio eléctrico translúcido e de cores?)
Uma ficha
Uma lâmpada económica Read more →

en récup

linda

en récup

en récup

A A. vai pela primeira vez para o infantário dentro de dias e a um mês dos três anos. Por muito que precise do tempo e que ache que é a altura certa, boa parte de mim não está preparada para a ter longe tantas horas. O material pedido pela escola é pouco e faço questão de o reunir sem compras: o primeiro item da lista (um babete de enfiar pela cabeça) fi-lo com uma t-shirt velha. A ideia de certeza que não é nova e parece-me boa. Limitei-me a cortar a t-shirt do feitio certo e, para ter a certeza de que não desfia demais, a percorrer a orla com um zigue-zague feito com ajuda do precioso walking foot. Read more →

compota de tomate respigado

compota de tomate respigado

Com parte do tomate de ontem fizemos cinco frascos de compota. Não segui nenhuma receita à risca, mas andei a ver várias (procurei compota de tomate e tomato jam no google) e fiz assim:

Mais ou menos dois quilos de tomate sem pele,

gengibre fresco ralado (umas quatro colheres de chá),

açúcar branco (mais ou menos 800gr),

sumo de um limão grande e de uma lima

(também ia pôr cravinho mas não havia),

tudo em lume brando durante duas horas. Ficou bem boa.

Comida? 1996 McDonalds Hamburger, link da Marta.

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