bolinhas de milho

bolinhas de milho

Aprendemos a fazê-las um destes dias, enquanto a E. se refastelava com o almoço de um amigo. São uma espécie de gnocchi caboverdeanos (corrige-me, Mariana, se estiver errada) e facílimas de fazer. Ainda por cima, uma criança de três anos enrola feliz e contente um monte delas enquanto se prepara o resto do jantar.

Cozêmo-las num guisado de muitos legumes temperado à indiana (como a E. gosta), mas podem ser cozinhadas noutra comida qualquer com bastante caldo ou só em água.

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vicia faba

favas

Favas (uma grávida pensa mais em comida que o comum dos mortais?): São uma das minhas comidas predilectas mas só como os meus pais as fazem, com muito menos carne e ingredientes em geral do que qualquer uma das receitas que encontrei on-line (que são muitas, diferentes e em várias línguas – japonês incluído) e mais fáceis de preparar do que um ovo mexido.

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a coroa,

coroa

ou os tácitos protocolos dos infantários:

Depois de me terem dito que os meninos pequeninos não iam mascarados para a escola esta manhã encontrei três Noddys na sala da E. Esta coisa das máscaras na escola soa-me sempre a competição velada entre os pais. Um dos Noddys tinha carro e tudo. Como pressenti que corria o risco de ser a única sem acessórios carnavalescos, a E. levou uma coroa que fizemos as duas ontem à tarde e pronto. Nada de cetins brilhantes made in China. Cortei uma tira de alcatifa, cosi-lhe botões e juntei as extremidades. Depois lembrei-me que também podia tê-la pintado, mas ela gostou assim.

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fraldinha

fraldinha

Para além do Crafty Tour of Lisbon, que vai crescendo aos poucos, pensei em, até ao fim do ano, escrever regularmente uma entrada com uma sugestão de Natal (ainda faltam dois meses inteirinhos mas pelo menos comigo as prendas são mais certeiras quanto mais cedo forem pensadas). Há umas semanas, quando me vi na necessidade de marcar a muda de roupa e outras coisas que a E. tem de ter na escola, ocorreu-me que tinha muito mais graça ser ela própria a marcá-la. Daí a pô-la a desenhar numa fralda de pano (acessório multi-usos indispensável desde o dia em que nasceu) foi um instante e agora em vez de adormecer com um pano (relativamente) branco adormece abraçada a um desenho. Ora se a ideia é boa para consumo interno, acho que pode resultar em boas prendas para primos e amigos recém-nascidos. Fraldas de pano, na minha experiência, nunca são demais, e desenhadas, seja só num canto ou de uma ponta à outra, ainda são melhores.

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chá de canela

especiarias

Chá de gengibre, canela e cardamomo*

Ingredientes (para cerca de 1l de água):

Um pau de canela

Duas ou três vagens de cardamomo

Um pedaço de gengibre fresco descascado

Uma colher de sopa de açúcar amarelo

Preparação:

Ferver as especiarias e o açúcar na água durante cerca de 10 minutos. Beber quente ou frio.

Com este calor, para além de beber chá, só me apetece ficar deitada o dia todo a ler. Foi o que fiz há dois anos, quando a E. ainda passava grande parte do tempo a dormir e eu tinha acabado de descobrir o BookCrossing

*aprendi esta receita no centro Hare Krishna de Lisboa.

carteira de tetrapak

tetrapak wallet
A pedido da Pal, aqui fica o método que usámos para fazer as nossas carteiras tetrapak. Pintámo-las com tinta acrílica (da que se usa para pintar em tela, papel, etc.) mas desconfio que vai cair com o uso, por causa da superfície plástica e não absorvente das embalagens. O melhor é mesmo encontrar tetrapaks bonitos.
Materiais:
1 embalagem tetrapak
fita-cola em tela
velcro autocolante
tesoura
agrafador
tinta acrílica e pincel (facultativo)

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