vale a pena

A poucos dias do referendo e porque votar, pensar antes de comprar e reclamar do que está mal fazem parte do pacote da cidadania responsável, não queria deixar de comemorar por escrito duas pequenas vitórias em dois pequenos assuntos:

1. Anúncios impróprios colados aos desenhos animados da 2: Assim que passou a ser possível contactar o Provedor do Telespectador, fi-lo e tive resposta imediata.

2. Restaurante do Largo do Carmo: recebi hoje carta da ASAE, informando-me que a minha denúncia foi devidamente averiguada, tendo-se agido em conformidade.

argumentos

Estranho seria se todas as pessoas que frequentam este blog estivessem tão decididas como eu a votar SIM no referendo. Algumas manifestaram-se nos comentários, outras não. Creio que poucas delas serão mães, como creio que poucas mães acharão desejável que o Estado puna quem já tem em si a mágoa de não ter podido trazer ao mundo um (ou mais um) filho. Para elas, este post:

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o fabuloso destino da impressora velha

Num um artigo no DN de hoje fiquei a saber que, para além do dever, os cidadãos também têm o direito (pago) de ver os seus pequenos electrodomésticos velhos recolhidos e reciclados. A empresa de gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) que o artigo refere (Amb3E) esclarece aqui que a loja onde comprarmos (por exemplo) uma nova impressora deve receber ou recolher e encaminhar gratuitamente para a reciclagem a nossa impressora velha. E o que fazer à impressora mais velha ainda que está a apanhar pó no cimo da estante e que já ninguém sabe onde foi comprada? O Centro de Atendimento ao Munícipe (de que sou utente satisfeita) esclarece: pode pedir-se aos serviços da câmara que venham buscá-la (gratuitamente) ou entregar directamente na Valorsul.

De link em link, ainda descobri o Clube das Embalagens que responde (entre outras) à dúvida frequente acerca do destino certo para as embalagens Tetra Pak (porque ninguém precisa de uma carteira nova todos os dias).

Mais informação sobre REEE no site do Instituto dos Resíduos.

2: (ainda)

Ainda o mesmo assunto (cf. partes 1, 2 e 3):

Nas últimas semanas a E. raramente tem visto o ZigZag. Às vezes porque àquela hora (a única a que pode ver televisão) está a brincar, outras vezes porque tem dois dvds novos (Charlie and Lola e A Flauta Mágica acabada de sair com o Público) e ainda mais algumas porque está a jogar Katamari (sim, é verdade). No entanto, nos dias em que ligámos a televisão para ver o Bob e o Réui (comigo de comando na mão, já desconfiada), voltámos a apanhar os tais anúncios. Noutros, assistimos a um clip de auto-propaganda em que duas professoras universitárias (Sílvia Saramago e Benedita Monteiro) afirmam confiar absoluta e exlusivamente na programação infantil da 2: (uma das duas diz mesmo que confia ao ZigZag a sua filha de três anos e meio). Ora eu não só não confio (é ver a programação do longuíssimo ZigZag da manhã) como não acredito que estas duas professoras o façam, pelo menos nas condições actuais (o anúncio, se não estou em erro, não é recente). Por outro lado, o provedor continua inacessível, meses depois de noticiada a sua nomeação.

Face à ausência de resposta não automática do canal, o que fazer agora?

2: parte 2

Depois de protestar no sítio certo é preciso exigir uma resposta. Ao ver que não tinha sido a única a questionar a RTP sobre os anúncios antes e depois do ZigZag e a ficar sem retorno insisti (agora através do formulário existente nesta página). Responderam-me (!) com um email genérico (demasiado genérico) e assinado por um serviço (não por uma pessoa). A ver vamos o que se segue. Os emails:

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