eu assinei

“what follows is a petition that will be forwarded to president bush, and other world leaders, urging them to avoid war as a response to the terrorist attacks against the world trade center and the pentagon this week. please read it, sign below, and forward the link to as many people as possible, as quickly as possible. we must circulate this quickly if it is to have any effect at all, as the congress of the united states has already passed a resolution supporting any military action president bush deems appropriate.”

isto complica-se

estou aqui, estou a ligar para a apav. em vez do manoel de oliveira, passei mais um serão na esquadra. a realidade supera sempre a ficção. começo a ter medo de andar a pé.

mugged

got mugged for the first time in my life last night.

ainda bem que tinha amigos por perto – o pedro, o filipe – para me darem um abraço e uma chávena de chá…

…e ainda bem que também há amigos lá longe – o daniel, o bruno [“i cant believe you got mugged! im glad to hear youre ok though… what the hell is going on on this stupid planet?”], o phil* [“Wow! Are you ok? Mugged? What the hell is the world coming to?”].

…que mundo estranho.

eu emigro

foi preciso viver quase 26 anos em lisboa (tirando quase dois por outras também lusas mas mais sossegadas paragens) e foi preciso viver dois meses no primeiro mundo (sim, em ny, onde milhares de pessoas acabam de morrer num atentado, mas onde o passaporte que perdi algures na east village me veio parar novamente às mãos e onde andei sozinha nos transportes suburbanos às duas da madrugada sem me sentir minimamente insegura), foi preciso voltar e ir calmamente ao cinema numa noite de domigo para ser assaltada pela primeira vez na vida. e não, o pior não foi o assalto nem ficar sem telemóvel. o pior não foi sequer a sub-chefe santana, da esquadra do bairro alto, a dactilografar a uma palavra por minuto a queixa que não consegui ainda apresentar (por causa de um cadáver entretanto aparecido dois quarteirões adiante). é possível acreditar que não há formulários, que não há ‘procedures’, que cada queixa é redigida num documento em branco, em texto corrido, de uma forma totalmente medieval (and believe me, i know what i’m talking about)? é possível acreditar que morreu uma pessoa dentro de um carro enquanto eu e o pedro éramos assaltados, e que uma hora depois a polícia, entre telemóveis e walkie-talkies sem bateria, ainda não sabia o que fazer? e mais: não, a psp não tem site oficial, e a única coisa semelhante que descobri é provavelmente o pior exemplo de lixo electrónico que vi nos últimos tempos e que não, parece que o ministério da admnistração interna (será que existe) também não tem site nenhum?

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