sacos ou taleigos - arquivo

triângulos

sewing for christmas

sewing for christmas

Pormenores de outro saco, este feito com os triângulos que sobram da produção dos slings. As fotografias são de há já uns dias, porque o dia de hoje passou a correr entre embalar encomendas da Retrosaria e limpar dois narizes engripados.

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e coser

sewing for christmas

sewing for christmas

sewing for christmas

Já tenho três sacos prontos (este é um deles) e outros dois a meio. Pensei em publicar aqui umas instruções passo a passo mas desconfio que já vêm no nosso código genético. Para ler, o melhor texto que conheço sobre eles: À boca do saco (gostava de ter visto a exposição).

e coser

piecing

piecing

Retalhos de tecidos que gostei tanto de ver juntos que se não fosse a falta de tempo tinha avançado para um quilt. Ficaria óptimo com um padrão muito simples, só com barras de larguras diferentes umas ao lado das outras. São para sacos irmãos deste, mas as cores foram inspiradas no meu preferido. Os tecidos são: Latte, Mendocino, Kaffe Fassett e Marcus Brothers.

Ainda sobre o estojo/mala que fiz ontem (obrigada por todos os comentários), há instruções para fazer uns muito semelhantes no Machine Made Patchworks, que está quase a chegar.

taleigo

taleigo

Em minha casa nunca se chamaram taleigos (palavra que suponho não se usar no norte e que aprendi aqui muito recentemente). Foram sempre só sacos do pão e de muitas outras coisas. Só tinha feito um antes, que continua a uso na mesma função, mas tenho outros que adoro, heranças de família, achados ou bem comprados, cada um com os seus imprescindíveis pompons e borlas, forros de pacotes de farinha aproveitados e minúcias que ainda não sei reproduzir.

Fiz um novo, com uma destas combinações de tecidos da Retrosaria, mesmo para o pão (há não tanto tempo quanto isso toda a gente levava um saco quando ia à padaria).

Mais taleigos e quejandos no Flickr, no blog da Alix, em Glória do Ribatejo e com um bebé dentro.

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tanto calor

tanto calor

saco de chita

tesouro de retalhos

saco

Há uns dias trouxe este tesouro de uma loja de que gosto muito e onde há já meses que não passava (a Cavalo de Pau* que vende artesanato propriamente dito de várias partes do mundo, incluindo Portugal). É um saco feito de retalhos de pano, coçado e esburacado, trazido de Estremoz. Todo, todo cosido à mão. Conta-me histórias…

Outros retalhos (em papel) a que não resisti e que chegaram hoje: A Caravan Of Quilts e Passionate Patchwork.

E mais:

Briar Press: o regresso da tipografia (via Be a Design Group).

…e a sereia da Mimi.

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feedsack

feedsack

feedsack

A minha curiosidade crescente pelo quilting tem-me levado a ler bastante sobre o assunto e a encontrar inúmeras referências aos feedsacks (sacos de farinha ou outros alimentos feitos de tecido). Nos Estados Unidos, a reutilização destes sacos foi estimulada como acto patriótico e deu origem a toda uma indústria, mas deve ter sido prática corrente até há poucas gerações em grande parte do mundo, e mais ainda em sítios onde o algodão não abundava.

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o saco

saco

Depois de pronto e lavado, o saco da E. ficou bastante parecido com o que queria fazer. Usei como modelo um outro, feito por uma das irmãs da minha bisavó, e que é tão bonito que merece um post só para ele. Este é tal e qual aquilo que se costuma chamar um saco do pão, por fora feito de restinhos de tecido e por dentro de tecido branco de algodão, neste caso novo mas que também costumava ser reaproveitado (por exemplo de sacos de farinha).

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