Tecidos africanos - arquivo

areias brancas

mão de avó

capulana

Vivam os fins de tarde na praia, as capulanas, a areia, as pessoas de quem se gosta…

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África*4

cacau

A julgar pelos posts em vários blogs (este, o da Ana, o da Vera e tantos outros) e pela quantidade de fotografias no Flickr (aqui está reunida uma pequena amostra), o toldo concebido pela arquitecta Teresa Nunes da Ponte para o Jardim da Gulbenkian é mesmo um sucesso. A mim fez-me gostar ainda mais de tecidos africanos e, apesar da complexidade de cada padrão, de os ver justapostos. Daí aos novos slings, foi um pulo

domingo no mundo

jardim do mundo

jardim do mundo

Fomos finalmente percorrer O Jardim do Mundo. Não participámos (desta vez) em nenhuma das actividades, mas deliciámo-nos (e não fomos os únicos) à sombra dos mais lindos toldos de que há memória. Os desenhos e cores dos padrões africanos a brilhar ao sol fizeram-me ficar ainda mais contente com os que escolhi para os próximos slings (brisa, mãe galinha e voar).

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bling bling

bling bling

Este é daqueles tecidos africanos de que vou ter pena de não ter comprado mais metros. Dele nasceram dois slings (um deles para a A.) e agora alguns sacos. Estão na loja.

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obrigada pais e mães natais

serrote & mau feitio

Enquanto um projecto ainda não divulgável me mantinha longe do teclado acumularam-se as surpresas enviadas pelos pais e mães natais da blogolândia:

Um caderno Serrote editado especialmente para a Mau Feitio (a loja em Coimbra onde vendo os meus bonecos), com um cartão de boas festas ilustrado por Rui Vitorino Santos.

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mândala

saco de tecido africano

Antes do regresso aos bonecos, novos sacos. Estão na loja e guardei parte do tecido para fazer dois slings.

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#650

rosa pomar

Os bocadinhos em que posso sentar-me e coser sabem a missão cumprida: filhas (o plural ainda me soa a novidade e emociona-me sempre) lavadas, de barriga cheia e sossegadas. Hoje, finalmente, um novo boneco disponível.

mon amour,

capulanas falam

Só quando comecei a folhear catálogos de tecidos africanos é que percebi que, para além de padrões surpreendentes e por vezes misteriosos, eles têm frequentemente nomes inesperados. A escolha de uns e outros, fiquei a saber depois, não é inocente e está carregada de histórias e de História: vejam-se, por exemplo, pagnes et paroles, african presidents on printed fabrics, Akan cultural symbols project e o livro Capulanas & Lenços (Vários autores, Maputo, Missanga, 2004), que também tem uma secção (“Capulanas falam”) dedicada ao tema.

Tudo isto para explicar que achei tão bonito o nome deste tecido, para não falar no desenho, que decidi estampá-lo em alguns dos sacos novos. Estão na loja.

cor de abóbora

saco tecido africano

…e com folhas que parecem desenhadas pelo António Quadros. Na loja.

espirais

espirais

Last but not least, depois de quase quase todos os outros terem partido, sacos com outro dos primeiros tecidos africanos que comprei. É fresco e verde como me apetecia que o dia estivesse hoje e já o usei para alguns bonecos, como o #604 e, muito antes dele, o #235, aqui em baixo a olhar para a sua linda dona (obrigada – com um ano de atraso meu! – Patrícia e Antónia). Estão na loja.

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