Category Archives: Vida de mãe de 2

eu dela

treat

Um retrato meu feito pela A., que tem por aqui tão menos tempo de antena do que a E. teve. Não é que tenha menos tiradas dignas de memória (ainda ontem nos pôs a todos a rir por pensar que o plural de bispo – a peça de xadrês – fosse bichos pu). É só a sina (e cada vez mais acho que também a sorte) dos segundos filhos.

Em baixo, um top da Annie Larson, designer-maker de Minneapolis cujo trabalho sigo desde o ano passado. Depois de muito tempo a namorar as suas cores e padrões fantásticos, não lhe resisti. Ao estreá-lo, ontem, apercebi-me de que foi a primeira peça de roupa que comprei este ano para mim. Fazer é poder.

rentrée scolaire

rentrée scolaire

De regresso à loja, às novidades e à máquina de costura, fiz os dois estojos de que a E. precisa para a escola: um para os marcadores e outro para todas as outras coisas necessárias a uma menina da segunda-classe. pelo tamanho e proporções lembram-me uma caixinha de bolos de pastelaria. Num usei ganga e no outro este tecido japonês. O forro de ambos é este, que já tenho usado em muitas outras coisas. Continuar a ler »

desfile

desfile

desfile

Podia ensiná-la a fazer bainhas e explicar-lhe a ideia de molde, mas tem muito mais graça vê-la partir para a máquina com um montinho de retalhos e chegar com uma colecção de vestidos. Continuar a ler »

fazer é poder

ela

ela

Há um mês que Posso ir coser à máquina? é a primeira frase que diz quando entra na loja. As amigas que vêm passar o dia com ela não se escapam aos seus workshops e todos os dias pede mais uns restos de tecido para as suas experiências. Têm-me perguntado se não tenho medo que fure um dedo e respondo que a ensinei a desligar sempre o interruptor antes de enfiar a agulha e que da única vez que me magoei na máquina tinha mais vinte anos do que ela. Hoje disse que ia fazer uma boneca enquanto eu dava um salto à Baixa. Et voilà. Continuar a ler »

play station

ela

play station

Há meses que tinha prometido à E. ensiná-la a coser à máquina. Usei quase o mesmo método dos workshops e deixei-a à vontade com meia dúzia de retalhos para praticar. Ontem de manhã disse que queria fazer um saco. Achei que seria complicado mas dei-lhe os materiais e deixei-a outra vez sozinha, só com algum receio de que furasse os dedos. O resultado surpreendeu-me.

Na véspera tinha feito uma saia de linho para a A. Usei o ponto de overlock da Juki para unir a parte da frente à de trás e um dos pontos decorativos para a barra. Continuar a ler »

colheita

colheita

colheita

Primeiro colhemos as ervas, agora as cenouras da nossa varanda. Minúsculas, tenrinhas e muito saborosas.

sardinha

a felicidade é um gatinho

sardinha

A felicidade é um gatinho (ou dois).

tempo

jacarandá

Adeus meias, sapatos, calças e mangas compridas. E vivam os jacarandás e as cerejas!

os sirgos

a lagartinha comilona

sol

Fomos nomeados babysitters dos bichos da seda da classe da E. durante o fim-de-semana. Há anos que não tinha destes bicharocos em casa. Parecem-me mais pálidos (não tinham riscas mais escuras?) mas ainda cheiram ao mesmo. Ei-los a posar para a fotografia num dos nossos livros preferidos. Continuar a ler »

jogo das tampas

jogo da tampa

jogo da tampa

Apontamentos da E.:
De casa até casa da avó: 108 (pelo caminho anormal).
De casa até à loja: 30
e da loja até casa da avó: 71.

Objectivo: pisar o maior número possível de tampas (qual o nome técnico destas tampas?) entre o ponto de partida e o ponto de chegada do caminho.
Regras: só vale pisar as tampas do passeio (a não ser nas ruas que não têm passeio). As tampas grandes valem 5. Continuar a ler »