4

eden

Vai acreditar no pai natal e em unicórnios até à maioridade e depois, quando já for cowgirl com os indispensáveis chapéu, botas e cavalo que supostamente terei de lhe oferecer, diz que quer ter muitos gatos, um dos quais cor de rosa. Tem quatro anos e ainda leva nas tranças o cabelo com que nasceu. Read more →

elas

meus amores

meninas

De volta às aulas, a E. chega a casa com a triste notícia de que os cromos já não estão na moda (e agora com quem é que ela vai trocar os repetidos?). Parece que o que está a dar nesta rentrée são umas borrachas peganhentas coleccionáveis cuja utilidade ainda não conseguimos apurar. Instalada uma nova moda, as brincadeiras das modas anteriores (no ano passado que me lembre foram os berlindes, a corda de saltar e os cromos) são proscritas e os seus adeptos, repreendidos. Não é fácil ser um fora-da-lei no recreio.

A fotografia de cima é da avó.

eu dela

treat

Um retrato meu feito pela A., que tem por aqui tão menos tempo de antena do que a E. teve. Não é que tenha menos tiradas dignas de memória (ainda ontem nos pôs a todos a rir por pensar que o plural de bispo – a peça de xadrês – fosse bichos pu). É só a sina (e cada vez mais acho que também a sorte) dos segundos filhos.

Em baixo, um top da Annie Larson, designer-maker de Minneapolis cujo trabalho sigo desde o ano passado. Depois de muito tempo a namorar as suas cores e padrões fantásticos, não lhe resisti. Ao estreá-lo, ontem, apercebi-me de que foi a primeira peça de roupa que comprei este ano para mim. Fazer é poder.

rentrée scolaire

rentrée scolaire

De regresso à loja, às novidades e à máquina de costura, fiz os dois estojos de que a E. precisa para a escola: um para os marcadores e outro para todas as outras coisas necessárias a uma menina da segunda-classe. pelo tamanho e proporções lembram-me uma caixinha de bolos de pastelaria. Num usei ganga e no outro este tecido japonês. O forro de ambos é este, que já tenho usado em muitas outras coisas. Read more →

fazer é poder

ela

ela

Há um mês que Posso ir coser à máquina? é a primeira frase que diz quando entra na loja. As amigas que vêm passar o dia com ela não se escapam aos seus workshops e todos os dias pede mais uns restos de tecido para as suas experiências. Têm-me perguntado se não tenho medo que fure um dedo e respondo que a ensinei a desligar sempre o interruptor antes de enfiar a agulha e que da única vez que me magoei na máquina tinha mais vinte anos do que ela. Hoje disse que ia fazer uma boneca enquanto eu dava um salto à Baixa. Et voilà. Read more →

play station

ela

play station

Há meses que tinha prometido à E. ensiná-la a coser à máquina. Usei quase o mesmo método dos workshops e deixei-a à vontade com meia dúzia de retalhos para praticar. Ontem de manhã disse que queria fazer um saco. Achei que seria complicado mas dei-lhe os materiais e deixei-a outra vez sozinha, só com algum receio de que furasse os dedos. O resultado surpreendeu-me.

Na véspera tinha feito uma saia de linho para a A. Usei o ponto de overlock da Juki para unir a parte da frente à de trás e um dos pontos decorativos para a barra. Read more →

Page 3 of 1812345...10...Last »