coisas boas

sereias de sapatos

Depois de ter passado o serão de domingo a treinar a recém-aprendida técnica do piparote (eu é que já não me lembro das regras do jogo do berlinde), surpreendeu-me ontem com este desenho de umas sereias com vestido até aos pés e sapatos. E pescoço, digo eu, sem saber se foi um acaso ou uma mudança de paradigma.

Mais:

Tracy e Raggedy Ann.

Ilustração: El Petirrojo (escolhas de Alex Noriega e Blau) e o hilariante Kawaii Not (via Worsted Witch).

livro de colorir

coloring book

coloring book

Quando quase não há loja de roupa que não ofereça catálogos luxuosos, quem precisa de livros de colorir? Ainda por cima estes não têm linhas a respeitar nem cores a copiar. No mar, desenhou um barco com duas velas. Velas e não velas.

Mais cores:

IV Feira Laica: é a feira em que tenho pena de desta vez não ter tempo para participar. Mas conto dar lá um salto. Jogos tradicionais, corrida de sacos e teatro de marionetas incluídos. Na Bedeteca de Lisboa este fim-de-semana.

Kitty, Bunny and Bear: é o muito aguardado produto do trabalho árduo e originalidade a toda a prova da mágica Hillary Lang. Um livro de padrões para fazer em casa três dos seus célebres bonecos de pano. A tiragem é muito limitada e vai ser posta à venda esta tarde aqui.

22 semanas

barriga

Das 20 semanas para agora a principal mudança são os movimentos mais frequentes e perceptíveis do bebé. A E. continua fascinada com a ideia de ir ter uma irmã e passa os dias a avaliar o crescimento da minha barriga, a perguntar-me (entre três milhões e meio de outras perguntas que agora faz diariamente) o que é que eu acho que a irmã dela está a pensar neste momento e a falar de tudo o que vai partilhar com ela (a ver vamos se na prática vai ser assim tão fácil). No dia-a-dia só me custa ter de encurtar e desacelerar as longas expedições a pé em busca de tecidos e atavios (uma das partes deste meu trabalho de que mais gosto) mas não é angústia que uma hora por dia refastelada a ler ou a dormir a sesta não compense.

das fraldas

...

No grande ponto de encontro em que o mercado de agricultura biológica do Príncipe Real se tornou para mim e para a E. fiquei ontem a conhecer (olá Mariana) uma novidade (para mim) que estou a tentar encaixar entre o último grito do consumo consciente (assunto em que o meu blog de referência do momento é o Worsted Witch) e a mais absurda das fricalhices: o movimento anti-fraldas (alguns de muitos outros links: A culture without diapers; Dare to bare; Babies without diapers? No thanks). Já tinha pensado muitas vezes nos bebés sem fraldas dos documentários sobre tribos pouco ou nada ocidentalizadas (os menos telegénicos assuntos da higiene pessoal acabam por nunca ser abordados) – como é que aquelas mães andam sempre com os bebés sem fralda na anca e tanto elas como eles parecem sempre limpos? – mas não tinha percebido que não era preciso ir tão longe (cf. Decommissioning the diaper). Se vivêssemos no campo, se a casa não fosse tão fria e não estivéssemos à espera de um bebé de Inverno, se… . Para já (e em contagem decrescente para voltarmos à rotina das ditas) acho que me fico por mais uns emails para as principais marcas de fraldas descartáveis (ainda não me dedidi a experimentar as de pano) a explicar que eu e provavelmente muitos outros mães e pais preferíamos comprar fraldas mais pardas mas menos lixiviadas e, ainda melhor, biodegradáveis.

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