#494

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Toda a gente me diz que o primeiro ano de infantário é assim, cheio de vírus. Andamos a trazer para casa uma média de 1,5 / mês. São muitos, e às vezes causadores de também muitos graus centígrados. Nem quero pensar como era antes dos ben-u-rons. Bendita ciência.

#486

486

— E., queres vir ajudar-me a tirar umas fotografias a uma lalá?

Mas são fotografias comigo ou sem migo?

— Contigo.

Ah, está bem.

(percorre o corredor a cantar:)

que linda falua que lá vem lá vem

é uma falua que vem de boleia

E vivam as manhãs de Sábado.

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chão

baloiço

E se, numa fria manhã de ano novo, fores a única mãe no parque infantil do costume (estariam todas as outras a fazer o almoço? A dormir até tarde?) e um de vários pais desconhecidos te enviar uma mensagem (que não chegaste a ler) por bluetooth? Isso é assustador / surpreendente / divertido / 2006 (riscar o que não interessa)?

21, 22, 23

...

Com a E. doente (febre, tosse, febre, febre, tosse, febre), este vai ser o primeiro de 30 Natais meus e 3 dela passado longe do Porto. Para mim assim nem é bem Natal, porque nunca o vi longe daquela gente, daquela casa e daquela mesa.

Ficando por ca, espero poder ir receber ao lado da Hilda e da Ana os visitantes de última hora e fechar com elas a porta da nossa loja.

On a brighter note, ofereci-me um longamente desejado telefone que tira fotografias e leva música de um lado para o outro. Juntamente com uma embalagem de termómetros autocolantes (que, num momento ao melhor/pior estilo tuning, se colam na pele e mostram os graus a subir e a descer – fico à espera do upgrade para a versão com alarme) é o momento mais high tech do ano que agora encerra. Na embalagem vinha um lindo par de headphones. Ana, já reparaste que as mães não usam headphones?

varia

bordar

la la la

…também não sei como é que se traduz toddler, mas a verdade é que os últimos dias revelaram a presença de um (uma) cá em casa, em todo o esplendor (/terror) profetizado por Brazelton, capaz dos mais despropositados mas nem por isso menos sentidos ataques de choro. Novas actividades para os intervalos entre as birras: bordar, escrever muitas letras e aprender a usar o rato no computador e impedir os pais de ler o jornal com a pergunta e aqui o que diz? repetida tantas vezes quantos os títulos.

A semana voltou a não ser pródiga em posts, mas todo o tempo é pouco para terminar os postais de Natal que estamos a fazer e queremos ter prontos daqui a menos de oito dias (e por falar em postais, vou já encomendar um conjunto dos da Hillary).

escolarização

no castelo

Passou um mês desde o primeiro dia mas à escala dela deve parecer muito mais tempo. Mesmo na nossa, de pais recentes, estas poucas semanas parecem ter mais novidades do que dias. As mudanças mais profundas (no olhar, no tom de voz) não se pode ter a certeza de serem provocadas pela escola ou pela simples passagem de um mês inteirinho, mas todos os dias traz novidades para casa, sejam o diminutivês que agora lhe dá para falar (chuchinha, roupinha, …), os disparates que aprendeu a fazer à mesa, as inúmeras novas cantigas (que acarretam quase sempre a desilusão de não as sabermos cantar também – essa eterna sina dos pais) ou a capacidade de verbalizar de forma muito mais inteligível o que lhe apetece (proporcionadora de tiradas como mamã, aquele senhor tem um bebé na barriga).

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