moda lisboa

moda lisboa

Nunca tinha ido à Moda Lisboa. Hoje aproveitei o dia de folga (a E. passou a tarde com os avós) para me estrear e tive a sorte de ir com duas mulheres fora de série e que estavam totalmente em casa, a O. (a minha nova amiga, jugoslava e que parece ter saído de um Modigliani) e a Z. (marroquina de passagem entre Paris e Nova Iorque e uma das mulheres mais bonitas que tenho conhecido). Surpreendeu-me sobretudo o aspecto das manequins que desfilaram a escassos palmos do meu nariz: com excepção de uma, não consegui ver nelas senão raparigas magras de rostos cansados e andar estranho. Mais uma daquelas ilusões de adolescente que vai por água abaixo.

…e por falar em água, esta bendita chuva estará para ficar e dar conta da nossa feira, amanhã?

muito, pouco, nada

malmequer

Talvez esta grávida de braços aberto para o mundo, desenhada pelo João Fazenda, seja a minha memória preferida do filme realizado pela Catarina Mourão, em que entrámos há três anos. Olhando para o resultado final (que não revi ontem) vejo-nos num momento tão atípico das nossas vidas, tão fora da realidade… Perante ele hesitamos entre o não me interessa nada o que as pessoas vão achar e o mas eu não sou nada aquela pessoa. Tantas e tantas horas de rodagem e depois é inevitavelmente assim, o que se vê é um retalhinho de nós que esconde todas as outras coisas. O que dirá a E., um dia?

Boneca mamã ao colo de uma pintaínha.

já nasci!

ja nasci

Não é em qualquer loja que as clientes podem fazer da montra sítio para brincar, passear e pentear as bonecas e rebolar-se no chão enquanto as mães folheiam num dos sofás o último número da Martha Stewart Living. A Raquel tem uma loja assim: chama-se Já Nasci! e para além disto tem ainda coisas escolhidas a dedo para bebés até aos 12 meses (brinquedos, roupa, sistemas convincentes de fraldas de pano, detergentes daqueles que não assusta usar na roupa dos recém-nascidos, etc.). E tem a Raquel propriamente dita, o que é uma sorte para quem lá entra.

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emplastro leoa

marcadores

O dia começou comigo a dar um valente mau jeito às costas ao levantar a E. do penico. Resta-me passar as próximas horas a tentar não calcar brinquedos e livros que não consigo arrumar ou apanhar do chão.

Para animar, chegou-me de surpresa uma prenda da Ana Ventura: uma colecção inteirinha de lindos papa letras, dos quais o meu preferido é sem dúvida o adormeci aqui (obrigada, Ana!).

wish upon a star

mil e uma

Sonho com uma sala soalheira de paredes claras onde consigo, com a ajuda de alguém, realizar pelo menos um quarto dos projectos que me atafulham a cabeça (e que incluem uma série de vestidos muito simples em vários tamanhos e em tecidos já mais ou menos pensados). Sonho poder dizer que sim a pelo menos algumas das propostas nas quais não tenho podido embarcar porque o tempo só estica até às seis horas de sono por noite.

Vida de mãe:

No mês em que vai fazer dois anos, a E. começou a pedir para usar o penico. A minha bibliografia sobre o assunto: The Best Friend’s Guide to Toddlers, o incontornável Dr. Spock’s Baby and Child Care e Everyone Poops.