puro

Enquanto a E. descobre o poder do não e das birras confronto-me, às vezes desanimada, com esta coisa de ser crescido que nos faz domar as vontades e fechar a tampa dos compartimentos em que as guardamos. Como esta vontade que tenho de ir ali à cozinha fumar um cigarro.

Mariana Newlands: sempre ela, minha mãe-de-blog, que parece que tira fotografias dos sonhos mais bonitos que tenho.

Eleanor Rigby: comprar já ou esperar pelo paperback?

majora

carimbos

Quando eu era pequena a Majora tinha, entre muitos outros jogos, um que se devia chamar jogo dos correios ou qualquer coisa parecida. Nesse jogo vinham uns conjuntos de papel de carta com vários motivos, envelopes, folhas de selos de várias cores e valores, um carimbo e uma almofada de carimbo, tudo à escala de quem tinha começado a escrever há pouco tempo. O objectivo do jogo era óbvio: escrever cartas, colar selos, carimbar os envelopes e deitá-los nos marcos do correio imaginários (gavetas semi-fechadas e outros), fazer de carteiro, receber as cartas, responder-lhes, etc. Eu adorava.

Chegaram hoje os meus carimbos novos, vindos da Stamp Francisco. Podia ficar toda a tarde a brincar ao jogo dos correios.

porto lisboa

familia

No Porto, para além de tudo o resto, comi e descansei. Longe do monte de tecidos novos e das agulhas de coser e cumpridas todas as obrigações familiares consegui não me sentir culpada por passar algumas horas sem produzir fosse o que fosse. Das lãs que levei para fazer prendas que ainda faltavam nasceram duas mitaines para a minha mãe (adaptadas dos modelos que tenho encontrado) e um par de caneleiras para a E., que lhes chama tintinhos (quentinhos). As outras prendas fi-las ainda em Lisboa (carteiras de tetrapack, gorros de tricot, imans personalizados, mudadores, cachcóis de fleece, etc.). Consegui comprar só dois presentes. No ano que vem espero chegar aos zero.

Bonecos viajados:

#100 com a Aline em Nova Iorque (que lindas as fotografias – obrigada, Aline).

#106 em casa da Jenny.

#58 todo contente.

natal

natal
… muito mais fácil pensar que o nosso natal vai estar sempre lá, que é uma coisa tão garantida e inevitável como o nascer do sol e que se pode dizer mal dele, que não se gosta, que é uma chatice e um sacrifício.
Eu adoro o nosso Natal, por difícil que seja gerir e digerir tudo o que se sente e se discute e se ama e se compara e se inveja e se admira. E sei que quando aquele Natal acabar construiremos outro.

crachá

crachás

Qual é a miúda dos anos 80 que não adora crachás?

Um boneco muito bem instalado no Brasil.

Muito, muito obrigada por todos os comentários de parabens!

[substituí a fotografia por esta de que gosto mais, da E. com um crachá da Toupeirinha (claro) – assim pode levá-la para toda a parte]