exílio

exílio

Foram 20 anos de ausência. … Tornaram-me a vida impossível.

Vinte anos de exílio político tornaram-lhe impossível integrar-se e reconstruir a carreira no Porto quando uma amnistia permitiu que regressasse para junto da mulher e dos filhos. Viu-se obrigado a partir novamente para o Brasil, onde viria a morrer nove anos mais tarde.

Celebremos, hoje e sempre, a liberdade de opinião. 25 de Abril Sempre! Read more →

fazer é saber

tapeceiros

tapeceiros

CORREA, Vergílio (ed.), Livro dos Regimentos dos Officiaes mecanicos da Mui Nobre e sempre Leal Cidade de Lixboa (1572). Coimbra: Imprensa da Universidade, 1926.

A minha leitura mais interessante de ontem (quem diria que os fazedores de colchas – noutras páginas – eram uma categoria profissional tão importante na Lisboa do séc. XVI que tinham regimento próprio?), e dois links para pensar:

Vienna apprenticeships: um mini documentário da Monocle (encontrado via Craftism) sobre o sistema de aprendizado austríaco, que ocupa 40% dos jovens após a conclusão do ensino obrigatório (aos 15 anos). A Áustria tem uma população pouco mais pequena que a portuguesa e a terceira taxa de desemprego mais baixa entre os jovens em toda a Europa.

A Recipe For Educational Mediocrity: de como a universidade parece ter-se tornado o oposto do que devia ser.

parasitas

copycat

Parasita, s. 2 gén. Aquele que come ou vive à custa de outrem; adj; diz-se do animal ou da planta que, associado com outro ser vivo, o prejudica de qualquer modo; fig. inútil; supérfluo. (Lat. parasitu, do gr. parasitos).

Não mata mas mói, é o que me ocorre dizer a propósito dos muitos episódios de plágio que tenho optado por não referir aqui. Por um lado porque depois deste dificilmente perco a compostura e por outro porque prefiro não dar demasiado tempo de antena aos protagonistas. Tenho-me aborrecido quando lojas on-line portuguesas fazem copy e paste dos termos de utilização da Retrosaria porque acham que é só uma faq igual a qualquer outra loja (foi a justificação que recebi de uma delas), sem que lhes ocorra que qualquer texto tem autor, deu trabalho a escrever e que não custa nada enviar um email a perguntar se podem usá-lo. Até os meus galões têm sido vítima de inspirações abusivas. Uma das mais recentes fora esta (cuja justificação continuo a não considerar válida) e a última é a que ilustra este post: uma empresa alemã chamada Janeas World copiou um dos meus desenhos, alterando-o só o essencial para não ter problemas legais. Read more →

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