de volta

lavradeiras do minho

Regressámos de umas curtas mas excelentes férias para um literal duche frio: estamos sem gás em casa devido a uma fuga na conduta geral do prédio e ao mau serviço da LisboaGás. E se é inacreditável termos de ir para obras pouco tempo depois de a empresa instalar ou certificar as condutas no interior das casas, pior é os vizinhos preferirem voltar às botijas a investir no seu património. Enfim.

da baixa

da baixa

da baixa

Custa vê-los fechar, um a seguir ao outro. Os grandes armazéns de tecidos, com os seus balcões de muitos metros e prateleiras a perder de vista, parecem já não servir senão para fazer sonhar com um tempo que não se conheceu. No Porto no mês passado já não pude entrar no Simão Matos & Filho da Cândido dos Reis (ouvi dizer que vai ser transformado em bar) e em Lisboa desapareceu sem aviso o Depósito da Covilhã. O das fotografias descobri-o na semana passada, tão lindo quanto moribundo.

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2009

la brodeuse

Conseguir encontrar o espaço perfeito é a primeira coisa que me ocorre como plano para 2009. Para Janeiro também tenho objectivos: aprender a fiar (conselhos e links são bem-vindos), conseguir escolher as fotografias mais bonitas de 2008 (no ano passado foi difícil) e celebrar o primeiro aniversário da Retrosaria com um site maior e melhor.

Obrigada e igualmente por todos os votos de bom ano!

Imagem:

Paul Serusier, La Brodeuse, 1863-1927.

quase natal

quase natal

Passámos a semana às voltas com a gripe. Atrasou-se o trabalho e a correspondência, não vi o F. e a Xica a tocar ontem à noite nem o lançamento da Ilha esta tarde. A E. instalou o Natal nos ramos de pinheiro que pusemos na sala. Perguntei-lhe que prenda gostava de ter. Cansada do final do dia e da semana, abriu um pranto: Não sei o que é que quero. Já tenho tantas coisas que não consigo pensar em mais nada. É o drama de não consumir publicidade. Ou de ainda não ter chegado à idade em que ela faz efeito.

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