alforge

alforge artesanal

Não é que estivesse na minha lista de compras, mas apanhou-me desprevenida e não lhe resisti. É um alforge e namorou-me da montra da Loja do Mundo Rural, um dos melhores sítios de Lisboa para conhecer algum bom artesanato Português (à mistura com peças que não se percebe o que lá estão a fazer). Voltando ao alforge, acho que foi feito no Algarve (depois confirmo) e é lindíssimo (em Mértola fazem-se uns diferentes e igualmente bonitos). Para o usar é preciso prática, porque transportar peso num ombro só sem ele escorregar braço abaixo não é assim tão fácil. Pensei em pôr-lhe uma mola de forma a poder trazê-lo a tiracolo (até porque dá um bom agasalho), mas também fica óptimo sossegado em casa, no braço do sofá, nas costas de uma cadeira ou por cima de uma das portas que nunca se fecham. A E. e a A. adoram esconderijos para os livros e brinquedos…

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visto de fora

União de estamparias

Desde que comprei a primeira máquina fotográfica digital que são raros os posts ilustrados com imagens alheias, mas às vezes sabe bem quebrar a rotina: as duas imagens deste post vieram do flickr e são pormenores desta e desta. A sua autora é uma rapariga inglesa chamada Alix McAlister, que já viveu em Portugal e com quem tenho encontrado coincidências. Gostamos as duas de tecidos antigos e das suas etiquetas: ela tem uma colecção fantástica (eu tenho só esta e esta). Aprendemos a gostar de patchwork com duas mestras que trabalharam juntas nos anos 70: eu com o trabalho de Fátima Vaz e ela com o de Helena Lapas. Ambas somos mães, ambas fazemos bonecos de pano, partilhamos curiosidades. Às vezes é bom o mundo ser pequeno. Obrigada, Alix.

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