
A A. entrou pela primeira vez no sling com duas ou três semanas de vida e desde aí provavelmente não passou um único dia sem ele (ou melhor, sem eles, porque de lá para cá ficámos com uma verdadeira colecção). Não querendo parecer que estou a exagerar, acredito que a nossa vida teria sido diferente e mais difícil sem a ajuda do precioso acessório. Com um high-need baby de um lado e uma menina pequenina do outro, houve muitos dias em que estive no limite das minhas forças, e o sling funcionou como um terceiro braço com poderes mágicos. Por causa dele não cheguei a usar a cadeirinha que tinha comprado, aprendi imenso sobre as mil e uma maneiras de trazer os filhos às costas e contagiei muita gente com o meu entusiasmo.












