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Softies: Simple Instructions for 25 Plush Pals

sew it

Softies: Simple Instructions for 25 Plush Pals

Já tenho o meu exemplar do livro Softies: Simple Instructions for 25 Plush Pals. Participei nele com um dos meus bonecos que mais elogios receberam mas de que fiz muito poucos exemplares (os outros dois são este e este). Agora qualquer pessoa pode fazer um a partir dos moldes que o livro traz (nem é preciso ter máquina de costura, porque é todo cosido à mão), e vai ser divertido vê-los aparecer no grupo que para esse efeito a editora do livro (Therese Laskey) criou no Flickr. Há alguns meses foi publicado o outro livro no género em que entrei: Plush-o-Rama: Curious Creatures for Immature Adults

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tecidos do mundo

more textiles piled high. Originally posted by suttonhoo

Pouco antes do seu regresso, combinei com a minha irmã que ela me traria alguns tecidos da Guatemala pois, desde que comecei com os slings, passei a interessar-me ainda mais pelos panos que tradicionalmente se usam para transportar os bebés em várias partes do mundo, e muitíssimo na América Central ( ). Aos africanos é relativamente fácil chegar e adoro usá-los nos slings mas nos americanos nunca tinha pegado. A Ana diz que eram todos tão lindos que a dificuldade estava na escolha, e não me espanta. Vieram de Panajachel, junto ao lago Atitlan, onde foram tecidos à mão, assim. Cada um tem tamanho que chegue para um sling (e que slings magníficos darão) mas quanto mais olho para eles mais perco a coragem de os cortar. Talvez precise só de os namorar mais algum tempo…

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shop update

no sling

#704 #703hípicocavalinhos

Novos slings e bonecos.

Continuo a explorar o This Next. Gostava de ver as listas das pessoas que desejaram as minhas recomendações, mas é uma funcionalidade que o site ainda não tem (já a sugeri). Essas e outras pessoas que tenham aderido podem deixar um comentário com um link para o seu ThisNext by?

then and now

Pais&Filhos

O guia Primeiro Ano editado pela Pais&Filhos que acaba de sair dedica uma secção ao babywearing. Eu continuo rendida à prática e já não sei o que é viver sem os slings. Experimentei há dias tirar (pela segunda vez nos oito meses de vida da A.) o carrinho de casa e nem queria acreditar no trabalho que dá (pega no bebé, pega no carrinho, desce as escadas com o bebé e o carrinho, abre o carrinho com o bebé debaixo do braço, instala o bebé, sai para a rua, desce o passeio por causa do caixote do lixo, sobe o passeio, desce o passeio por causa do carro mal estacionado, sobe o passeio, tenta não perder a filha mais velha pelo caminho, desce o passeio por causa do pilarete anti-estacionamento, sobe o passeio, empanca no buraco do passeio, etc. etc. e ainda ia só a meio da rua)! Bem sei que há bairros com passeios mais largos e pessoas que andam mais de carro e menos a pé mas, mesmo assim, acho que o sling bate aos pontos o carrinho mais high-tech. E não sou só eu: o grupo do Google já tem 84 inscritos e, por aqui e por aqui não páram de aumentar os bebés satisfeitos ( ).