xuz

xuz

A verdade é que eu não precisava absolutamente destas botas, mas não lhes resisti. A sola de madeira e as tachas revelam imediatamente a fonte de inspiração, mesmo que não se saiba nada sobre a marca. Só depois de chegar a casa é que fiquei a saber mais sobre a Xuz, através deste artigo e do site, e fiquei rendida. Sempre gostei de andar de socos (usava estes na rua quando era pequena), algures no final dos anos 80 tive uns daqui e a E. tem uns de Ponte de Lima. Os sapatos, socos e botas em couro com sola de madeira foram uma constante em Portugal (pelo menos no Norte) e em algumas localidades ainda há artesãos activos no seu fabrico. Algumas imagens e longa vida à Xuz: Read more →

os primeiros

os primeiros

Este blog podia ter uma categoria sapatos (para juntar posts como este, este ou este) e, a julgar pelos últimos dias, outra chamada filhas no chão, ou coisa no género (onde ficariam este, este, este e vários outros). Ao fim de seis anos inteirinhos de blog e com duas mudanças de poiso pelo caminho, rearrumar posts antigos é uma tarefa inglória e sempre adiada.

A A. tem finalmente uns sapatos. Não era absolutamente indispensável comprá-los já, mas vão dar jeito para quando quer pôr-se em pé no chão do jardim como os meninos mais crescidos. São lindos e macios e parecem aqueles caríssimos que se vêem nos anúncios da Milk (a cujas páginas 60 e tal, no último número, a A. mostra em minúsculo as suas gargalhadas). São da Lisbonense, claro.

agora em vermelho

sapatos_vermelhos

Dois posts seguidos sobre roupa e o terceiro post vermelho da semana, o que é no mínimo invulgar.

A E. tem uns sapatos novos da Lisbonense, porque os primeiros deixaram de servir (depois de nos servirem com distinção). Só podiam ser mais bonitos se fossem salpicados de bolinhas brancas. Para mim, uns Crocs Beach azul-celeste, como têm a Ana, a Jane e mais meio mundo. E agora que vi os Prima, vamos lá a ver se lhes resisto.

Nada a ver:

Mind this Gap: um projecto da Maria Neiva que acho muito interessante. Tenho estado a divulgar pelos meus amigos GAP (Graduados que Abandonaram Portugal) e a seguir com atenção todos os contributos.