tile designs from portugal

azulejos

azulejos

Tile Designs from Portugal é um livro (+cd) editado recentemente pela Pepin Press (em Lisboa vende-se por exemplo aqui) de cuja existência soube através da Sónia Sapinho. Com a minha predilecção pelo tema, fui a correr comprá-lo. A primeira reacção que tive foi pensar que devia ter sido alguém cá a pensar nisto primeiro, mas foi um nosso vizinho. O livro inventaria uma série de padrões de azulejos (sobretudo azulejo semi-industrial e industrial do século XIX). Inclui uma série de fotografias sem grande qualidade nem interesse mas introduz a novidade de apresentar noventa e nove padrões redesenhados no computador, em formato vectorial. Para mim, que vivo em Lisboa e rodeada deles, que estou habituada a vê-los mudar de cor consoante a luz, desirmanados, cobertos de pó, chuva ou graffiti, nesta versão digital vejo padrões magníficos mas não vejo azulejos. Ainda assim, o livro é interessante e tem uma excelente introdução histórica do director do Museu do Azulejo, Paulo Henriques, apresentada em oito (!) línguas, o que o torna um bom presente para amigos estrangeiros (ou, a julgar pela reacção da A., para bebés de um ano fascinados por desenhos hipnóticos).

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macaco

Entre encomendas de última hora a seguir para o correio e as prendas para a família, ainda em curso. Nos poucos bocadinhos de chão em que não há envelopes ou tecidos, a A. dá os primeiros passos.

pouco muito

babetes

A lição número um dos cursos de preparação para o parto devia intitular-se A maternidade e o tempo: gerir a frustração. Porque o Tempo (a seguir ao que se entende pré e pós-maternidade por Amor), o que se faz e o que se pode esperar dele, é o que mais muda. E a única maneira de não passar os dias frustrada (para mim) é mudar as expectativas e aprender a fazer (quase quase) tudo às prestações. Com ou sem Natal à porta. Por isso os bonecos continuam a ser feitos devagarinho e estarão aqui e nas lojas quando e se for possível, mas não antes.

(na foto, babetes novos para juntar aos outros)

no mary

mary

A Úrsula ao leme (que o Petzi está do outro lado da folha), o Pingo na cabine, o Almirante (como sempre) a dormir e o Riki melhor do que eu o conseguiria desenhar, de memória e enquanto a irmã tomava banho. A Verbo não se decide a reeditar os livros do Petzi, mas cá em casa continuam a ser os preferidos.