
Cinco dias, um monte de ovos de chocolate, um passeio Douro acima e dois passarinhos depois, estamos de volta a Lisboa.

Cinco dias, um monte de ovos de chocolate, um passeio Douro acima e dois passarinhos depois, estamos de volta a Lisboa.

Os CTT estão a promover um concurso de propostas para emissões filatélicas do próximo ano. Já só faltam três dias para a votação terminar, de forma que não conto ficar entre os dez primeiros lugares (os que passarão à fase seguinte), mas não podia deixar de puxar a brasa à minha sardinha e propor uma colecção de selos sobre chitas.

Mais uma entrada para o Crafty Tour of Lisbon, com uma loja que parece não ter mudado muito nos últimos anos e felizmente continua cheia de fregueses. Os lojistas têm bigode e muitos anos de caixa, como gostam de dizer. É uma das minhas preferidas em toda a Baixa de Lisboa.

De mãos gigantes, caracóis, varinha mágica, uma filha no sling e outra pela mão. Desconfio que a parte da varinha é uma indirecta.
…e aquela mão suspeita na boca da irmã?

Apesar de lá irmos todos os anos, a E. nunca tinha visto dançar o rancho de Carreço Grupo Folclórico e Cultural Danças e Cantares de Carreço*. Ontem, sem sair de Lisboa, vimos rancho, cabeçudos, gigantones e zés-pereiras. Ela gostou mais do rancho, claro e, depois de meter conversa com uma das mordomas para lhe poder ver de perto os ouros e as roupas, veio embora a ensaiar o Vira. E eu vim embora a relembrar os passeios e tudo o que aprendi (sobre vacas, coelhos, galinhas e etc.) com a minha amiga Lígia, uma das lavradeiras de há vinte anos.
Mais sobre o dia de ontem aqui.
*Obrigada, Diana e Paula, pela correcção!
Arquivado em: Afinidades, passear
Tags: cabeçudos, carreço, folclore, gigantones, rancho