pequenina grande

riscas

A A. resolveu cumprir aquilo que ameaçava há uns meses, mas felizmente só por metade. Conseguimos convencê-la a voltar a dormir a sesta quase todos os dias (às vezes a muito custo), mas as fraldas parece que vão mesmo passar à história bem mais cedo do que o previsto. Como ainda não ficou frio anda pela casa quase sempre só de t-shirt, mas as babylegs já estão a ser uma ajuda preciosa (em Portugal são vendidas pela Zélia). A bibliografia específica – Everybody Poos – aprovada pela E. quando passou pelo mesmo e que recomendo vivamente para o efeito está de novo em funções.

Na fotografia, as meias que terminei mais recentemente (a lã é da Regia).

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  1. Oi Rosa, moramos no Brasil e somos todos seus fãs aqui em casa. Por algumas coincidências virtuais envolvendo a sua pessoa, fiz um post sobre seu trabalho e a aquisição do Romeu! Se quiser ler está no http://www.orgonio.blogspot.com

    Um beijão e parabéns pelo seu admirável talento!

  2. pobre criança descalça com a mãe vaidosa de meias! oh crueldade! :-)

    tentei aguentar-me, porque não gosto de modas, mas tenho mesmo que experimentar fazer meias… e hoje que chove…

  3. R. andava sempre nua em casa. Fez muito cóco e xixi em toda a casa, e um ou outro na rua. Ainda hoje, passado mais de um ano, continua a andar nua sempre que pode. Deve ser uma enorme sensação de liberdade. Quando olho para ela, penso que está no bom caminho para ter uma relação saudável com o seu corpo! Quando ela tirou a fralda andei à procura de livros bons, e tive imensa dificuldade… O unico que encontrei e que gostei foi “A princezinha quer o bacio”. Esse não conhecia, passei a conhecer.

  4. Aproveitando as coincidências virtuais, de que fala a Karin, confesso que foi necessário “ir ao Brasil” para fazer aqui o primeiro comentário. Claro que passo aqui com muita frequência e fico muito feliz por tantas imagens, textos, sugestões… aqui, neste pequeno mundo… Ainda assim sem comentários. A explicação é apenas uma estranha timidez!! Como se estivesse a falar em voz alta num café!

    E vencida a timidez… muitos parabêns.

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