retrosaria

chão

Uma semana em casa a curar a virose à mais velha e agora começa outra semana igual com a mais nova de molho. Honestamente, não sei como é que quem tem mais filhos se desenvencilha para conseguir pôr os pés no trabalho durante o Inverno. Por aqui, faço uma das últimas actualizações à Retrosaria de chinelos calçados e turnos com o F. a preparar a mudança. Há lãs, livros e tecidos novos.

9 comentários a retrosaria

  1. e eu já não consegui resistir à Trekking Tweed :)

  2. tenho exactamente a mesma dúvida. e tenho igualmente a mais pequena de molho. as melhoras. :)

  3. Essa é uma das razões para a diminuição da taxa da natalidade.

    Antes das avós trabalharem eram elas uma “Grande Instituição” infelizmente perdeu-se.

    As melhoras das ” piquenas”.

  4. oh! as melhoras:(
    Vais ver que ficam boas num instante!

  5. Oh Rosa, como eu a entendo!
    Depois de uma semana em casa com o D., estou a ver o H. a ficar doente também.
    Os atestados de assistências aos filhos são sempre seguidos um ao outro.

    As melhoras das meninas “^_^”

  6. por aqui também é tudo de seguida mas felizmente costuma ser uma vez por ano, apenas (sim, no Inverno, entre Janeiro e Fevereiro). Este ano, para estragar a estatística, foi o J. uma semana com amigdalite e, quando já estava bom, a M. uma noite na casa de banho e, dois dias depois, o M. com uma noite igual. Tudo junto e seguidinho deu uns dez dias de molho… esperemos que tenha sido a conta para todo o resto do ano…

    as melhoras!
    M.

  7. Olá :)

    De facto não é fácil, e quantas vezes temos de ir com vontade de ficar junto deles, a tratar deles. Quem trabalha por conta de outrem, vê-se aflito quando tem que faltar para ficar c os filhos, uma injustiça!
    Desejo as rápidas melhoras aí por casa!
    Um beijinho GRANDE

  8. Pois é Rosa, eu pergunto-me exactamente a mesma coisa todos os Invernos!
    E tenho 4 filhos :)

  9. Sendo q só mulheres deixaram comentário, atrevo-me questionar também:
    Mas as crianças só têm mães?
    Com as recorrentes dificuldades do mercado de trabalho terão de ser sempre as mulheres a faltar e a “fragilizarem-se” perante o empregador?
    Da responsabilidade social (da maioria) dos empregadores pouco teremos a esperar. Mas e a responsabilidade dos companheiros, de quem ama um filho tanto quanto nós?
    Não quero que os meus filhos cresçam num mundo em que quem cuida é mãe. Eles precisam de saber q o pai tb lá está para o que der e vier.
    Desculpem o tom, mas arrepia-me sentir este tipo de comentários numa geração tão nova.

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